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Economia
Está babando! PDF Imprimir E-mail
Economia
Postado por Manoel Santos   
Qua, 22 de Fevereiro de 2012 19:00
Superávit acumulado da balança comercial cai 78% em relação a 2011
Agência Brasil

Apesar de as exportações terem reagido em fevereiro, depois de déficits consecutivos nas quatro semanas de janeiro, o superávit da balança comercial no acumulado do ano é 78% menor em relação a 2011. Segundo números divulgados há pouco pelo Ministério da Indústria, Desenvolvimento e Comércio Exterior (MDIC), o país exportou US$ 429 milhões a mais do que importou do início do ano até a terceira semana de fevereiro, contra superávit de US$ 1,954 bilhão registrado no mesmo período do ano passado.

Na semana passada, o Brasil exportou US$ 370 milhões a mais do que importou. O número representa a diferença entre as exportações, que somaram US$ 4,703 bilhões, e das compras externas, que totalizaram US$ 4,333 bilhões. O resultado fez o superávit comercial no acumulado de fevereiro subir para US$ 1,721 bilhão.

As vendas para o exterior aumentaram 3% em 2012, mas as importações subiram 10%, o que impede a melhoria significativa do saldo da balança comercial. No acumulado do ano, as exportações aumentaram de US$ 27,513 bilhões para US$ 28,535 bilhões. As compras do exterior, no entanto, passaram de US$ 25,559 bilhões para US$ 28,106 bilhões, quase alcançando o valor das vendas externas.

De acordo com o MDIC, as exportações de produtos industrializados têm impulsionado as vendas externas no início do ano. A média diária das exportações de manufaturados subiu 24,1% em 2012, e a média das exportações de semimanufaturados aumentou 10,2%. Os produtos com mais destaque foram plataforma de perfuração e exploração de petróleo, energia elétrica, óleos combustíveis e aviões. A média diária das vendas de produtos básicos aumentou 7,4% até a terceira semana de fevereiro na comparação com o mesmo período de 2011.

Nas importações, os produtos cujas compras mais aumentaram em relação a fevereiro de 2011 foram equipamentos mecânicos, com crescimento de 25,4%, instrumentos de ótica e precisão (+24,7%), siderúrgicos (+21,6%), aparelhos eletroeletrônicos (+8,4%).

 
Vai parar. PDF Imprimir E-mail
Economia
Postado por Manoel Santos   
Seg, 13 de Fevereiro de 2012 07:07
Infraestrutura perde espaço para gasto social
Da ditadura para a democracia, as prioridades do dinheiro público migraram para programas de seguridade
O cenário político e econômico do país impõe tetos para esses gastos muito mais rígidos

GUSTAVO PATU - DE BRASÍLIA

Em seus anos dourados, na década de 70 do século passado, as empresas federais chegavam a investir mais que o equivalente a 4% do Produto Interno Bruto.

No final do governo Lula, as estatais, agora menos numerosas, contabilizaram o maior volume de investimento desde o Plano Real -mas, em proporção do PIB, o patamar mal chegou à metade dos recordes do "milagre econômico" brasileiro.

A estratégia econômica daquele período, na qual o Estado planejava e liderava a execução de grandes empreendimentos, se tornou referência para os desenvolvimentistas nativos, incluindo os hoje abrigados na administração petista.

Não por acaso, a proposta básica do PAC (Programa de Aceleração do Crescimento) foi a expansão dos projetos de infraestrutura a cargo da União, tanto os realizados com dinheiro da arrecadação de impostos quanto os financiados pelas receitas das empresas estatais.

PRIORIDADES
A recente queda dos investimentos, ainda que não necessariamente signifique uma nova tendência, ajuda a entender como o cenário político e econômico do país impõe tetos para esses gastos muito mais rígidos que os existentes nos anos 70.

Da ditadura militar para a democracia, as prioridades do dinheiro público migraram para os programas de seguridade social -ou, em outras palavras, mais consumo público e privado, menos poupança e investimento.

Há também tolerância menor com a inflação. Os excessos do ano eleitoral de 2010 obrigaram o governo Dilma a conter despesas para evitar uma escalada dos preços.

Se o gasto social precisa continuar crescendo, as obras de infraestrutura são as vítimas em caso de ajuste. Mesmo fora das metas fiscais do governo, a Petrobras contribuiu com R$ 3,3 bilhões em dividendos para ajudar o Tesouro Nacional a fechar as contas do ano passado.

De longe a maior investidora da União, a empresa ainda teve seus planos de negócios para 2011-2015 limitados pela Fazenda devido à preocupação com possíveis reajustes dos preços da gasolina e do óleo diesel.

PS.: PARA QUEM NÃO SABE OU ESQUECEU O QUE FOI O MILAGRE BRASILEIRO.

O "milagre econômico brasileiro" é a denominação dada à época de excepcional crescimento econômico ocorrido durante o Regime militar no Brasil, também conhecido pelos oposicionistas como "anos de chumbo", especialmente entre 1969 e 1973, no governo Médici. Nesse período áureo do desenvolvimento brasileiro em que, paradoxalmente, houve aumento da concentração de renda e da pobreza, instaurou-se um pensamento ufanista de "Brasil potência", que se evidencia com a conquista da terceira Copa do Mundo de Futebol em 1970 no México, e a criação do mote: "Brasil, ame-o ou deixe-o". 

 
Estadão - Opinião. PDF Imprimir E-mail
Economia
Postado por Manoel Santos   
Dom, 12 de Fevereiro de 2012 09:39
Perigo nas contas externas

As contas externas vão piorar neste ano, segundo todas as previsões, e uma luz amarela já se acendeu em Brasília. Mais uma vez a economia nacional vai ser puxada pelo mercado interno, isto é, pelos gastos do governo, pelo consumo das famílias e pelo investimento das empresas - se nenhum grande susto levar a um adiamento dos projetos. Autoridades têm chamado a atenção para o mercado interno como uma das vantagens do Brasil em relação a muitos outros países. É esse o mais importante ativo econômico brasileiro, já disseram alguns ministros em momentos de grande entusiasmo. Mas esse tipo de crescimento envolve riscos. Quando a demanda avança bem mais velozmente que a oferta doméstica, é preciso importar mais para compensar a diferença. Sem isso, o resultado é mais inflação. Mas há limites para a capacidade de importar e é preciso administrar com prudência as transações com o exterior. O governo sabe disso, mas deu pouca importância - até agora, pelo menos - à expansão do déficit na conta corrente do balanço de pagamentos.

As principais projeções para as contas externas variam amplamente, mas todas apontam para uma deterioração. Segundo o Banco Central (BC), o superávit comercial vai diminuir este ano dos US$ 29,8 bilhões do ano passado para US$ 23 bilhões. As exportações aumentarão apenas 4,3%, para US$ 267 bilhões, enquanto as importações crescerão 7,9%, para US$ 244 bilhões. Como o déficit em serviços continuará em expansão e as transferências pouco deverão mudar, o buraco na conta corrente se ampliará de US$ 52,6 bilhões para US$ 65 bilhões - de 2,1% para 2,5% do Produto Interno Bruto (PIB).

Economistas do mercado financeiro e de consultorias são um pouco mais pessimistas. Projetam um superávit comercial de US$ 19,5 bilhões neste ano e um déficit em conta corrente de US$ 67,9 bilhões. Além disso, já arriscam projeções para 2013 - superávit de US$ 14,5 bilhões na conta de mercadorias e um rombo de US$ 70 bilhões nas transações correntes.

A Associação de Comércio Exterior do Brasil (AEB) tem previsões muito mais sombrias: exportações de apenas US$ 236,6 bilhões - menores, portanto, que as do ano passado - e importações de US$ 233,5 bilhões, 3,2% maiores que as de 2011. O saldo, pouco superior a US$ 3 bilhões, será o menor em dez anos.

Apesar da ampla diferença entre os números, todas as projeções são baseadas em pressupostos comuns: a Europa continuará em grave crise, a situação pouco deverá melhorar nos Estados Unidos e o crescimento chinês, embora ainda exuberante, será menor do que foi nos últimos anos. A estagnação geral, agravada com a perda de impulso da economia chinesa, resultará em preços menores para os produtos básicos, tanto agrícolas quanto minerais. Como as commodities - matérias-primas e produtos com baixo grau de processamento - têm representado mais de 60% da receita comercial brasileira, o valor das exportações será muito afetado, se as previsões de baixa das cotações se confirmarem.

O temor de um desempenho comercial muito fraco neste ano já contamina os formuladores da política econômica. No Ministério do Desenvolvimento, Indústria e Comércio Exterior, a projeção do superávit na conta de mercadorias está na faixa de US$ 10 bilhões a US$ 12 bilhões. O cenário inclui tanto um aumento de importações causado pelo excesso da demanda interna quanto uma expansão medíocre das exportações, por causa do arrefecimento da economia chinesa e da queda de preços das commodities.

Todos os cenários apontam para um déficit maior na conta corrente. Quanto maior esse déficit, piores deverão ser as condições de seu financiamento, mais dependente de endividamento e de capitais especulativos. O sinal ainda é de alerta e é bom agir antes de se acender alguma luz vermelha. O governo dará um bom passo adiante se reconhecer, afinal, a insuficiência de seu Plano Brasil Maior e começar a pensar seriamente em como fortalecer a indústria para competir em todos os mercados. Para isso, precisará confiar menos em remendos fiscais e em barreiras protecionistas e cuidar mais da produtividade e dos custos.

 
Tá piorando. PDF Imprimir E-mail
Economia
Postado por Manoel Santos   
Qui, 02 de Fevereiro de 2012 08:42
Balança tem janeiro desastroso
por Agências

A balança comercial brasileira fechou janeiro com o primeiro déficit mensal em dois anos e o maior para meses de janeiro desde 1973, segundo informou o Ministério do Desenvolvimento, Indústria e Comércio Exterior (MDIC) ontem. O saldo ficou negativo em US$ 1,291 bilhão, com exportações na casa dos US$ 16,142 bilhões e importações de US$ 17,433 bilhões.

O segundo maior saldo negativo para meses de janeiro da atual série histórica (iniciada em 1992) foi registrado em 1998, quando o déficit atingiu os US$ 724 milhões.

A principal culpada para o desempenho ruim, na opinião da secretária de Comércio Exterior do MDIC, Tatiana Prazeres, foi a crise econômica internacional. "(Este ano) será difícil para o comércio exterior brasileiro. A crise explica os resultados de janeiro", afirmou.

Isso porque o maior tombo das vendas externas foi para a União Europeia (UE), que comprou 25,2% a menos do que em igual mês de 2011. A queda nas exportações para lá, de US$ 799 milhões, porém, quase foi compensada pelo aumento nas saídas para os EUA, de US$ 722 milhões.

A secretária do Ministério não divulgou meta de exportações para 2012. Informou apenas que espera que as vendas deste ano pelo menos repitam o desempenho de 2011, quando foram de US$ 256 bilhões.

Bens de consumo – Entre as quatro categorias cujas importações mais subiram em janeiro está bens de consumo, com alta de 15,7% e, dentro desse segmento, vestuário. O movimento vem assustando a indústria brasileira do setor, que se organiza para pedir proteção ao governo (ver matéria abaixo). E o principal fornecedor de produtos para o Brasil no mês de janeiro continuou sendo a China, com US$ 2,936 bilhões exportado.

E, em meio a esse momento conturbado, a maior via da balança brasileira, o Porto de Santos, que concentra 67% do Produto Interno Bruto do País e 70% das transações com o exterior, comemora seus 120 anos. (Agências)

Fazenda discute medidas cambiais

A secretária de Comércio Exterior do Ministério do Desenvolvimento, Indústria e Comércio Exterior (MDIC), Tatiana Prazeres, enfatizou ontem que uma série de medidas para estimular as exportações está em análise no governo. Ela disse, por exemplo, que o estudo de medidas cambiais está a cargo do Ministério da Fazenda e que o resultado deficitário da balança comercial de janeiro deve ampliar o engajamento dos demais ministérios na busca por saídas para elevar as vendas brasileiras para o exterior. "O financiamento é um componente importante entre as medidas. Também buscamos uma simplificação das exportações e fazer com que as empresas de menor porte também passem a exportar", disse a secretária.

Uma outra ação que está em estudo, conforme Tatiana, é vincular a inovação de produtos e a promoção de comércio exterior ao aumento das exportações de itens com maior valor agregado. "Precisamos de medidas que levem em conta o novo cenário internacional, que leve em conta o desaquecimento de economias maduras", pontuou. Por isso o MDIC está empenhado, segundo Tatiana, na busca de novos mercados. Alguns exemplos, conforme a secretária, são países do norte da África ou até da América do Sul, como a Venezuela, que são nações com maior risco e, portanto, que acabam encarecendo o custo do crédito para o exportador. "É preciso pensar um financiamento que estimule as exportações para esses tipos de países", declarou.

 
Dívida pública. PDF Imprimir E-mail
Economia
Postado por Manoel Santos   
Ter, 31 de Janeiro de 2012 13:26
Dívida do setor público fecha 2011 em 36,5% do PIB, a R$ 1,5 trilhão
Resultado mostra melhora perante o desempenho um ano antes, quanto a dívida estava em 39,1% do PIB

Fernando Nakagawa e Adriana Fernandes, da Agência Estado

BRASÍLIA - A dívida líquida do setor público encerrou o ano de 2011 equivalente a 36,5% do PIB, porcentual que corresponde a R$ 1,508 trilhão. Em relação a novembro, o indicador apresentou ligeira melhora em dezembro, já que, naquele mês, o número estava em 36,6% do PIB. Em dezembro de 2010, o patamar era de 39,1%. Os dados foram divulgados nesta terça-feira, 31, pelo Banco Central (BC).

Segundo o BC, o indicador caiu 2,7 pontos porcentuais no ano, especialmente pelo resultado primário de 2011, que contribuiu com a queda de 3,1 pontos, e a desvalorização cambial de 12,6% verificada no ano passado, que ajudou com a redução de 1,6 ponto. Por outro lado, a queda foi parcialmente diminuída pela apropriação dos números nominais da dívida, que teve como efeito como efeito o aumento do indicador em 5,7%.

O BC também informou que a dívida bruta do setor público terminou o ano em 54,3% do PIB ante 54,6% em novembro de 2011. Em dezembro de 2010, o patamar era de 53,4% do PIB.

 
Indústria naufraga. PDF Imprimir E-mail
Economia
Postado por Manoel Santos   
Ter, 31 de Janeiro de 2012 13:00
Indústria fecha 2011 com crescimento de apenas 0,3%
O setor foi abalado pela desaceleração da economia mundial e pela entrada de importados no país

AGÊNCIA BRASIL E AGÊNCIA ESTADO

 

A produção industrial do Brasil cresceu 0,9% entre novembro e dezembro e fechou 2011 com uma alta de apenas 0,3% em relação ao ano anterior, segundo dados divulgados nesta terça-feira (31) pelo Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística (IBGE).

Sem contar 2009, quando a economia caiu 7,4% por conta da crise econômica e financeira mundial, a taxa é a menor desde 2003, quando a expansão foi de apenas 0,1%. A comparação com 2010, quando a expansão foi de 10,5%, também assusta. Em 2010, entretanto, a economia brasileira, e a indústria, tiveram crescimento acentuado uma vez que o ano foi de recuperação depois da crise econômica e financeira.

O resultado ruim de 2011 pode ser explicado por dois fatores que atuaram em conjunto: o câmbio desfavorável beneficiou as importações, reduzindo o espaço para os produtos fabricado no Brasil, e a economia mundial sofreu uma desaceleração intensa no segundo semestre de 2011. De acordo com o IBGE, a indústria brasileira teve duas realidades bem distintas neste ano. Até abril, a expansão do nível de produção foi generalizada, mas depois disso observou-se "um quadro de redução na produção global, com o setor industrial acentuando o ritmo de queda nos trimestres seguintes".

A alta de 0,9% dezembro pode ser um indicador de que a indústria pode se recuperar. Nesta terça-feira, a Fundação Getúlio Vargas divulgou seu Índice de Confiança da Indústria (ICI) com elevação de 0,5 ponto, passando de 101,8 para 102,3 pontos. O indicador inicia o ano abaixo da média histórica de 103,9 pontos, mas acima dos quatro últimos meses de 2011.

15 das 27 atividades industriais tiveram alta
O crescimento de 0,3% da produção da indústria brasileira em 2011 foi influenciado pela alta em 15 das 27 atividades industriais. As maiores contribuições vieram dos veículos automotores, que cresceram 2,4%, e outros equipamentos de transporte, que subiram 8%.

As indústrias extrativas (com alta de 2,1%), de minerais não metálicos (3,2%), equipamentos de instrumentação médico-hospitalares (11,4%), produtos de metal (2,6%) e fumo (13,4%) também tiveram forte influência para o resultado global da indústria em 2011.

Por outro lado, os recuos na produção têxtil (-14,9%), de outros produtos químicos (-2,1%), calçados e artigos de couro (-10,4%) e máquinas, aparelhos e materiais elétricos (-3,7%) impediram uma taxa de crescimento maior.

 
A Bôia do Cachaça inchou em 2011. PDF Imprimir E-mail
Economia
Postado por Manoel Santos   
Sáb, 28 de Janeiro de 2012 05:57
Inadimplência subiu 21,5% em 2011
Índice deve continuar estável no primeiro trimestre e começar a cair a partir de abril

WAGNER GOMES / PAULO JUSTUS - O Globo

SÃO PAULO - A inadimplência medida pelo Banco Central (BC) terminou 2011 em 7,3%, depois de ter começado o ano em 5,7%. As dívidas com atraso acima de 90 dias somaram R$ 505 bilhões. Pela pesquisa da Serasa Experian, que usa metodologia diferente do BC, a inadimplência dos consumidores cresceu 21,5% em 2011, na comparação com 2010. Foi a maior elevação verificada desde 2002, quando houve um crescimento de 24,7% sobre 2001. Apesar da alta da inadimplência e do aumento do volume de crédito, o índice não deve subir em 2012, de acordo com os economistas ouvidos pelo GLOBO. Mariana Oliveira, analista da Tendências Consultoria, disse que o índice deve continuar estável no primeiro trimestre, mas começará a cair a partir de abril.

— O crédito aumentou, mas isso não quer dizer que a inadimplência também crescerá. Nossa expectativa é que o índice de inadimplência termine este ano em 6,7% — disse Mariana.

O gerente de indicador de mercado da Serasa Experian, Luiz Rabi, disse que o índice de inadimplência em 2012 dificilmente voltará para os 5,7% de um ano atrás. Mas, em compensação, o indicador cairá com a expectativa de redução da inflação e continuidade da queda das taxas de juros para menos de um dígito.

— O comprometimento da renda mensal com dívidas de cartão de crédito, cheque especial e rotativo chegou em novembro, último dado disponível, a 21,9%. É só o consumidor não se endividar exageradamente neste começo de ano que a inadimplência subirá um pouco menos, mesmo com o aumento do volume de crédito — disse o analista da Serasa.

 
Bastou tirar o bostão e a Petrobrás se valoriza. PDF Imprimir E-mail
Economia
Postado por Manoel Santos   
Seg, 23 de Janeiro de 2012 20:49
Ação da Petrobras tem forte alta com troca na presidência
RIO DE JANEIRO/SÃO PAULO - Reuters

As ações da Petrobras exibiam forte alta nesta segunda-feira e sustentavam o Ibovespa no azul, após o anúncio de que Maria das Graças Foster, atual diretora de Gás e Energia da empresa, foi indicada para assumir a presidência no lugar de José Sérgio Gabrielli.

Às 17h04, a ação preferencial da estatal subia 4,42 por cento, a 25,29 reais, enquanto a ordinária tinha valorização de 4,36 por cento, a 27,50 reais. Na máxima até esse horário, ambos os papéis chegaram a subir mais de 5 por cento.

Os papéis registravam as maiores altas do Ibovespa, que tinha variação positiva de 0,42 por cento.

Pela manhã, a Petrobras informou que o presidente do Conselho de Administração da companhia e ministro da Fazenda, Guido Mantega, indicou Graça Foster para assumir o posto de Gabrielli na presidência-executiva da empresa. O Conselho apreciará a indicação em reunião no próximo dia 9.

Para o analista Lucas Brendler, da Geração Futura, esse é o principal motivo para a alta das ações da Petrobras, apesar de especulações sobre uma mudança na presidência já circularem no mercado há algum tempo.

"Ao que tudo indica, Graça Foster é mais técnica. Olhando para o perfil dos dois, passou de um período em que a Petrobras trabalhou mais a questão financeira para um período no qual focará mais na produção", afirmou Brendler.

Na mesma linha, o analista Osmar Camilo, da Socopa, disse que o mercado gostou da troca do comando porque vê em Graça Foster o perfil certo para tocar com mais afinco o plano de investimento da Petrobras e fazer com que a empresa cumpra suas metas de produção.

Em 2011, a produção de petróleo da estatal no Brasil atingiu média de 2,021 milhões de barris por dia, ficando 3,7 por cento abaixo da meta anual de 2,1 milhões.

Um outro analista, que falou sob condição de anonimato, considerou que a executiva é mais centralizadora e colocará os investimentos para "andar", mas considerou que ela cobrará por mais conteúdo nacional nos projetos -o que poderia eventualmente ser um risco à velocidade de execução dos planos.

 
Prestem atenção: QUADRILHA EM AÇÃO! PDF Imprimir E-mail
Economia
Postado por Manoel Santos   
Ter, 17 de Janeiro de 2012 20:17
Prestem bastante atenção para as duas notícias. Uma recente. A outra já um tanto passada.
Vamos à recente:

Caixa injeta novos R$ 680 mi no Panamericano
Josias de Souza

Como previsto, reuniu-se nesta terça (17) a diretoria da Caixa Econômica Federal. Aprovou-se no encontro uma proposta de aumento de capital do Banco Panamericano. Coisa de R$ 1,8 bilhão.

Decidiu-se que a Caixa proverá R$ 680 milhões desse valor. Menos do que os R$ 800 milhões estimados na semana passada. Mas, ainda assim, muito dinheiro.

Em 2009, a caixa gastara R$ 739,27 milhões para tornar-se sócia do Panamericano. Com o novo aporte, sobe para R$ 1,4 bilhão o montante investido pela casa bancária estatal no ex-banco de Silvio Santos, hoje sob investigação da Polícia Federal.

O dinheiro novo, a ser complementado pelo BTG Pactual, será utilizado na aquisição de ativos da BFRE, Brazilian Finance & Real Estate S.A.. Uma companhia que concorre com a Caixa no mercado imobiliário.

Prestaram bastante atenção?
Agora aquela um tico mais passada:

PanAmericano compra financeira e entra no setor imobiliário
28/12/2011 - 18h41
TONI SCIARRETTA - DE SÃO PAULO

Bancado pelo BTG Pactual --do banqueiro André Esteves-- e pela Caixa Econômica Federal, o Banco PanAmericano decidiu comprar a BFRE (Brazilian Finance & Real Estate S.A.), maior financeira independente do crédito imobiliário no país. O valor do negócio, que marca a entrada do PanAmericano e do Pactual no crédito imobiliário, é de cerca de R$ 940 milhões.

A Brazilian Finance é uma holding que controla as empresas Brazilian Mortgages, Brazilian Securities e BM Sua Casa.

Segundo nota do PanAmericano, foi assinado um memorando de entendimentos não vinculante para a aquisição da totalidade das ações da holding. "Esta aquisição representa um importante passo no reposicionamento do PanAmericano e assegura seu ingresso no segmento de crédito imobiliário", informa a nota.

A BFRE atua na concessão de financiamento imobiliário para pessoas físicas, nos financiamentos para incorporadores e construtoras e na securitização de recebíveis imobiliários.

"A aquisição da BFRE permitirá a incorporação de uma plataforma consolidada de originação de crédito, com margens atraentes, em um mercado com grande potencial de crescimento", disse José Luiz Acar, presidente do PanAmericano.

Vocês entenderam?
Essa quadrilha está usando nossa grana para enriquecer o banqueiro André Esteves.
Estão roubando o Brasil.
Estão enfiando a mão no bolso de todos os brasileiros.
 

 
Acreditou NeLLe? Sifino-se. PDF Imprimir E-mail
Economia
Postado por Manoel Santos   
Ter, 10 de Janeiro de 2012 20:14
É A BÔIA.
A BÔIA DE CANA, DE MARVADA, DE BRANQUINHA.
É A BÔIA DO PINGUÇA.

Dívida familiar pode bater recorde em 2012
Para atingir crescimento projetado, endividamento das pessoas deverá superar a metade da renda, diz consultoria
Percentual ainda é baixo se comparado com o de países como EUA (125%), Canadá (151%) e Japão (126%)

VALDO CRUZ / SHEILA D'AMORIM - DE BRASÍLIA

A estratégia do governo de turbinar o crescimento da economia via estímulo ao consumo, financiado em prestações a perder de vista, poderá ficar comprometida no ano que vem.

Em 2012, para crescer 3,5% como projetado pelo Banco Central, os gastos dos brasileiros serão fundamentais.

Com isso, o endividamento das famílias deverá superar, pela primeira vez, a metade de sua renda anual.

A previsão é de estudo da consultoria Tendências, que aponta alta de 3,8 pontos no endividamento das famílias, alcançando 51,3% da renda.

O percentual ainda é baixo comparado com países como EUA (125%), Canadá (151%), Japão (126%), Alemanha (98%) e França (99%).

Apesar de não ser considerado preocupante pelo governo nem por especialistas, o índice faz acender uma luz amarela em relação à sustentação do ritmo de crescimento do crédito em 2013.

Neste ano, as estimativas são de elevação acima de 15% no total de crédito concedido, incluindo aí as empresas. O valor é considerado alto, mas compatível com expectativa de crescimento da economia acima de 3%, desemprego em baixa e aumento dos empréstimos para compra da casa própria.

O segmento imobiliário, que representa menos de 10% do crédito concedido, nível baixo na comparação internacional, vem se destacando nas operações com pessoas físicas. Por terem prazos mais longos (entre 20 e 30 anos), até ajudam a diluir o gasto das famílias e são um dos motivos para o crescimento do crédito não ser maior em 2012.

Os riscos apontados por especialistas para o mercado de crédito no Brasil vem de duas frentes: externa e interna.

Um agravamento da crise financeira internacional com forte recessão em economias desenvolvidas pode mudar o cenário de crescimento esperado para o país. Isso afetaria renda, emprego e a capacidade de pagamento.

Em 2011, a inadimplência subiu de 5,7% para 7,3% e já é vista como um alerta. "Não é o nível mais elevado da inadimplência, mas preocupa", diz o economista André Gamerman, da Opus Gestão.

O economista Carlos Tadeu de Freitas (Confederação Nacional do Comércio) destaca, ainda, que ao contrário de 2011, este ano a expansão da economia será mais forte no segundo semestre. Com isso, o crédito deverá encerrar o ano em alta, alimentando o risco inflacionário.

"Se houver aumento de juros e redução dos prazos das operações de crédito, isso pode ser perigoso", diz a economista Mariana Oliveira, autora do estudo da Tendências.

 
Embromation puro. Como sempre. PDF Imprimir E-mail
Economia
Postado por Manoel Santos   
Seg, 09 de Janeiro de 2012 07:29
Eles prometem, prometem, prometem.
Nunca cumprem. Puro Marketing para enganar trouxas.
Essa é a tática usada por polítcos comumente, por que acreditam que o povo, esquecido, não cobrará as promessas feitas.

A quadrilha que hoje governa este país tornou-se mestre nesse embromation, ao chegar ao governo.
Ok, eles sempre prometeram o tal de outro mundo possível, para entregar um possível inferno ditatorial. 

No caso acima, prometeram e não vão entregar nada, por que o inferno já está criado.
2012 será um ano complicado.

Analistas veem conflito em metas federais
Avaliação é a de que é impossível atingir simultaneamente todos os objetivos econômicos traçados pelo governo para 2012
Planalto quer aumentar o crescimento, reduzir a inflação, acelerar os investimentos e conter alta dos gastos públicos

MARIANA SCHREIBER - DE SÃO PAULO

Analistas consideram que as principais metas econômicas do governo para 2012 são incompatíveis.

O Planalto quer elevar o crescimento e ao mesmo tempo trazer a inflação para perto da meta de 4,5%. Pretende ainda acelerar investimentos e, simultaneamente, conter a alta dos gastos públicos.

A primeira missão é impossível, afirmam economistas. A segunda é muito difícil e vai depender de um forte aumento da arrecadação, o que é improvável, dizem, devido ao crescimento mais modesto esperado para este ano.

As metas para 2012 são: crescer de 4% a 5%; levar a inflação para menos de 5%; acelerar investimentos; e obter superavit primário (economia para pagar juros da dívida) de 3,1% do PIB.

"Essas quatro promessas em conjunto não são possíveis de serem cumpridas" diz o economista José Márcio Carmargo, da PUC-Rio.

Segundo levantamento semanal feito pelo BC (Banco Central) com 90 instituições, o mercado projeta crescimento de 3,3% neste ano.

A expectativa de expansão mais modesta é reflexo da crise externa e do efeito estatístico decorrente do fraco desempenho da economia no segundo semestre de 2011.

Para o país crescer 3,3% em 2012, a economia estará na prática mais aquecida do que esse número faz supor.

Por causa disso, a maioria dos analistas vê pouco espaço para a queda da inflação. Eles estimam que ela recuará do atual patamar de 6,5%, mas deve ficar acima de 5%.

Não significa que as projeções são infalíveis, nem que as metas do governo isoladamente são inalcançáveis, mas há uma correlação entre crescimento e inflação que torna incompatível as duas metas.

O governo tem ferramentas para estimular a economia a ponto dela crescer 4% ou 5%, mas, nesse caso, é inevitável que a inflação permaneça alta ou suba. "Claro que não tem a menor condição [de acelerar crescimento e reduzir inflação]. Ou é um ou é outro, provavelmente nenhum", diz o ex-diretor do BC Alexandre Schwartsman.

Pelo segundo ano, o governo diz que vai conter seus gastos e, ao mesmo tempo, expandir os investimentos.

Até novembro de 2011, a meta de superávit primário (3,15% do PIB) já tinha sido praticamente cumprida, mas os investimentos caíram 12%.

Neste ano, novamente será difícil alcançar as duas metas porque os gastos públicos já estão pressionados pela forte alta do salário mínimo. Dentro do próprio governo, admite-se que apenas um dos objetivos deve ser cumprido.

Analistas tentam adivinhar qual meta será privilegiada. O Itaú acredita que o governo vai acelerar os investimentos para obter um crescimento acima de 3%. Por causa disso, estima um superávit de 2,5%, abaixo da meta.

Já André Perfeito, da corretora Gradual, prevê que Dilma Rousseff conterá gastos para que o BC possa seguir reduzindo juros. "Mas ela não vai conseguir gerar investimentos necessários para que o país não cresça pouco. Não tem como ter os dois." 

 
Pé na bunda geral. PDF Imprimir E-mail
Economia
Postado por Manoel Santos   
Dom, 08 de Janeiro de 2012 11:45
Além da alta assustadora da inadimplência uma nova e terrível ameaça paira sobre a cabeça dos brasileiros.
Principalmente os que podem se encontrar nos dois grupos simultâneamente: Endividados & Desempregados.

Uma Tsunami de desemprego ameaça o sistema bancário mjundo a fora.

Crise corta cem mil no setor financeiro e ameaça emergentes
VERENA FORNETTI / DE NOVA YORK / TONI SCIARRETTA - DE SÃO PAULO

Crise nos mercados é sempre seguida de demissões. Dessa vez, o encolhimento deverá custar pelo menos cem mil vagas nos bancos e corretoras globais, podendo respingar em países distantes do epicentro da turbulência, como o Brasil.

Os grandes bancos anunciaram, desde o início de 2011, que terão de demitir 91 mil no mundo. Mas os números devem ser maiores.

Só nos EUA, foram cortados 56.191 de janeiro a novembro --162% mais que em 2010, segundo a consultoria Challenger, Gray & Christmas. O setor financeiro foi o segundo que mais demitiu, atrás só do governamental.

No Brasil, as filiais de bancos estrangeiros terão de demitir se tiverem de reduzir (ou se desfazer de) áreas de negócios para se enquadrarem às exigências regulatórias.

Para Luis Santacreu, analista da Austin Ratings, as mais ameaçadas até agora são as corretoras brasileiras por conta da crise na Bolsa.

A corretora britânica Icap demitiu em outubro 56 dos 200 funcionários no Brasil. Os britânicos previam "pagar" em dois anos e meio os investimentos feitos para entrar no país, mas a crise atrasou o cronograma e implicou um "redimensionamento".

Segundo o sindicato dos bancários, o Itaú cortou 4.000 no final do ano. "Os cortes não têm nada a ver com a crise, mas com a fusão com o Unibanco", disse Daniel Reis, diretor do sindicato e funcionário do Itaú.

O Itaú não confirma as 4.000 demissões, mas admite que fez ajustes devido a uma remodelagem de negócios. Diz ainda que reaproveitou 2.000 funcionários.

"Em 2008, os cortes foram rápidos. Depois, a situação melhorou e tiveram de recontratar. Demitir, contratar e treinar têm custo. Houve um aprendizado", diz Santacreu.

O HSBC cortará 30 mil, mas diz que o país será poupado por ser estratégico. O banco tem 9% do fluxo financeiro entre o Brasil e a China.

O Goldman Sachs quer fortalecer a unidade brasileira, que contava com 30 pessoas em 2007 e tem 300 hoje.

O Citi, que pode afastar até 4.500 pessoas, também quer reforçar a operação no país.

O francês BNP Paribas diz que o Brasil faz parte do esforço para sua reestruturação global, já concluída e que envolveu demissões. A previsão é de 1.400 cortes no mundo.

Na França, o Société negocia as demissões com os sindicatos. No Brasil a estrutura é pequena, mas todas as contratações foram suspensas.

 
Um pepinaço para Junho/2012. PDF Imprimir E-mail
Economia
Postado por Manoel Santos   
Ter, 03 de Janeiro de 2012 21:37
Junho é a traqdicional época dos festejos juninos.
Não é de praxe, uma festa dedicada ao Pepino nesta época.
Mas ela virá.
E vai ser um pepino gigantesco.

O governo Brasileiro tem uma dívida de U$ 169 bilhões com o mercado de títulos mundiais.
Eles vencerão quase todos, em junho.

Espera-se, e eu torço muito para que isso aconteça, que em junho aconteça o ápice da recessão que assolará o mundo civilizado.
Como o Brasil agora é a sexta economia do mundo, sofrerá os rigores das leis de mercado.

Leiam atentamente a notícia abaixo ( reparem no detalhe dos grifos ):

G-7 e Bric têm dívida de US$ 7,6 tri com vencimento em 2012
Italiano Mario Monti precisa refinanciar US$ 428 bilhões

ALBERTO PIZZOLI - AFP

Governantes das principais economias do mundo têm mais de US$ 7,6 trilhões em dívidas com vencimento neste ano e a maioria deles sofre com o crescimento do custo de pegar dinheiro emprestado no mercado de títulos. Em primeiro lugar está o Japão, com US$ 3 trilhões em dívidas, seguido pelos Estados Unidos, com US$ 2,8 trilhões em dívidas que vencem neste ano, segundo levantamento da Bloomberg com dados atualizados até o início deste ano. O levantamento considera os países do G-7 (França, Alemanha, Itália, Japão, Reino Unido, Estados Unidos e Canadá) e do Bric (Brasil, Rússia, Índia e China).

No início do ano passado, os países do G-7 e do Bric tinham US$ 7,4 trilhões em dívidas. Investidores podem exigir maior retorno para comprar títulos públicos de países que enfrentam endividamento crescente, enquanto a economia global desacelera. O Fundo Monetário Internacional (FMI) rebaixou para 4% sua estimativa para o crescimento econômico do mundo, ante 4,5% esperados anteriormente. Esta piora na perspectiva foi causada pelo agravamento da crise de dívida europeia, pela dificuldade dos EUA de reduzir o déficit público superior a US$ 1 trilhão e pelo resfriamento do mercado imobiliário da China.

"Em vez de o início do ano ser um problema, é o meio do ano que vai virar um problema. Essa é a época em que a desaceleração vai ter seu maior impacto na economia global", disse Stuart Thomson, gestor do fundo Ignis Asset de Glasgow, Escócia.

A Itália vendeu € 7 bilhões (US$ 9,1 bilhões) de títulos de dívida pública no dia 29 de dezembro, menos do que o esperado: € 8,5 bilhões. Com a economia patinando na quarta recessão desde 2001, o primeiro-ministro italiano Mario Monti precisa refinanciar US$ 428 bilhões de títulos públicos com vencimento em 2012, com US$ 70 bilhões em pagamento de juros.

Depois da Itália, a França tem a maior quantidade de títulos de dívida pública com vencimento neste ano (US$ 367 bilhões), seguida por Alemanha (US$ 285 bilhões). O Canadá tem US$ 221 bilhões em dívidas com vencimento neste ano, enquanto o Brasil tem US$ 169 bilhões, Reino Unido tem US$ 165 bilhões, China tem US$ 121 bilhões e Índia tem US$ 57 bilhões. Rússia tem o menor montante em dívidas com vencimento neste ano (US$ 13 bilhões).


O Brasil ocupa a 5ª colocação em volume de dívidas. O Reino Unido, ultrapassado por Banânia, deve menos que nós. (??????????)

 
 
Um PIB com a cara da quadrilha. PDF Imprimir E-mail
Economia
Postado por Manoel Santos   
Seg, 02 de Janeiro de 2012 11:33
Se fosse incluído no cálculo do PIB o percentual da grana que nos foi roubada nestes 10 anos, seráimos a primeira economia do mundo.
Como não faz parte, o PIB-2011, tem os cornos da quadrilha:

UMA MERRECA.
Mais uma vez lembramos:


NÓS ACERTAMOS!


Mercado reduz para 2,87% projeção de alta do PIB em 2011
Expectativa de crescimento registrou sexta queda seguida, segundo o boletim Focus

O GLOBO

RIO — A previsão de economistas consultados pelo Banco Central para o crescimento do Produto Interno Bruto (PIB, valor total de bens e serviços produzidos no país) em 2011 diminuiu de 2,90% para 2,87%, segundo o boletim Focus divulgado nesta segunda-feira. É o sexto recuo seguido na projeção.

Também houve redução na estimativa de crescimento para 2012. A estimativa mediana do mercado de variação do PIB neste ano caiu de 3,40% para 3,30%.

Já a previsão de alta da inflação medida pelo Índice Nacional de Preços ao Consumidor Amplo (IPCA) para o ano de 2011 apresentou um pequeno aumento de 6,54% para 6,55%. O IBGE vai divulgar o resultado do IPCA de dezembro nesta semana.
Para 2012, a projeção mediana para o IPCA diminuiu um pouco,de 5,33% para 5,32%.

A expectativa para a taxa Selic no fim de 2012 foi mantida em 9,50%.

 
 
Olha o tamanho desse pepino. PDF Imprimir E-mail
Economia
Postado por Manoel Santos   
Qui, 29 de Dezembro de 2011 21:03
Ocepar vê perdas na soja e no milho no Paraná por seca
   * Cerca de dois terços da soja sofre com falta de chuva
   * Para Ocepar, ainda é difícil quantificar perdas
   * No RS, soja pode se recuperar se voltar a chover

Roberto Samora - Reiters

SÃO PAULO, 29 Dez (Reuters) - O Paraná, maior produtor de milho do Brasil e segundo no ranking de produção da soja do país, já registra perdas no potencial produtivo das lavouras em função da seca, avaliou nesta quinta-feira a Ocepar, a entidade que representa as cooperativas do Estado.

As áreas do Paraná que mais carecem de chuva, que incluem o oeste, norte, noroeste e uma parte do sudoeste, cultivam cerca de dois terços da safra de soja do Estado e 40 por cento do milho, segundo avaliação da Ocepar (Organização das Cooperativas do Paraná).

"A gente estima que 30 por cento dos dois terços estão na fase mais suscetível a perdas (em floração e formação de grãos)...", disse o gerente técnico e econômico da Ocepar, Flávio Turra.

Cerca de 70 por cento das áreas que mais sofrem com a seca estão em desenvolvimento vegetativo, e os impactos da falta de chuva sobre essas lavouras é menor, acrescentou ele.

Segundo Turra ainda é difícil quantificar exatamente o tamanho da perda.

"Quanto antes chover melhor, pois vai interromper o aumento das quebras de safras. Eu, particularmente, viajei para o sudoeste, e achei as lavouras muito feias", comentou ele. "Devemos ter perdas de milho e soja, mas principalmente soja..."

Antes mesmo dos efeitos da seca, o governo do Estado já previa que o Paraná poderia colher cerca de 14 milhões de toneladas de soja na temporada 2011/12, abaixo do recorde de 15,3 milhões de toneladas da safra anterior, quando a produtividade foi recorde.

A Secretaria da Agricultura já considerou em sua previsão os efeitos do fenômeno climático La Niña, que tende trazer menos chuvas para o Sul do país.

No caso do milho primeira safra, a produção foi estimada antes da seca em 7,4 milhões de toneladas, contra 6,1 milhões de toneladas em 2010/11, em função de um aumento de cerca de 20 por cento na área plantada.

O governo deve atualizar sua previsão em janeiro.

A previsão climática indica que as chuvas voltam de forma generalizada para o oeste do Paraná nos próximos dias

O mercado de Chicago, referência internacional para grãos, tem reagido nos últimos dias às previsões meteorológicas, que não apontam grandes volumes de chuva para o Sul do país.

SEM PERDAS NO RS
Outro Estado que preocupa o mercado norte-americano é o Rio Grande do Sul, que vem registrando poucas chuvas nas últimas semanas.

Mas, segundo a Emater (órgão de assistência técnica do governo do Rio Grande do Sul), ainda é cedo para falar em perdas para as lavouras de soja, que estão na fase inicial e podem se recuperar se voltar a chover.

"Soja é muito cedo, não tem problema nenhum, andou chovendo um pouco, ela foi molhada, continua paradinha (se desenvolvimento lentamente), mas não tem nenhum prejuízo", disse Dulphe Pinheiro Machado, gerente técnico estadual da Emater.

"A soja define a vida em fevereiro", acrescentou ele.

No caso do milho, plantado mais cedo que a oleaginosa, a falta de chuva já causou perdas significativas.

"É muito difícil falar em número (de perda) no milho, mas é expressiva", declarou.

Alguns produtores trabalham com a possibilidade de plantar soja sobre as áreas perdidas de milho. Mas, segundo a Emater, sem chuvas esse plantio pode não ser feito dentro do prazo recomendado e coberto pelo seguro rural.

 
Mal sinal. PDF Imprimir E-mail
Economia
Postado por Manoel Santos   
Qui, 29 de Dezembro de 2011 18:59
Bovespa é o pior investimento do ano, com queda de 18%
Folha de DE SÃO PAULO

A crise internacional que voltou a assolar os mercados em 2011 fez com que a Bolsa de Valores fechasse o ano como a pior opção de investimento. Depois de registrar relativa estabilidade em 2010, com alta de 1,04%, a Bovespa registrou queda de 18,11% neste ano, ocupando último lugar do ranking.

"Ao longo do ano, o mercado recebeu diversas notícias ruins sobre a Europa, sobre o agravamento da situação norte-americana e o arrefecimento do ritmo de crescimento nos países emergentes", afirmou William Alves, analista da XP Investimentos. "Os problemas com a Grécia, Irlanda e Portugal elevaram muito a aversão ao risco, porque outros países poderiam ser contagiados."

O desempenho da Bolsa neste ano foi o terceiro pior desde o início do Plano Real, em 1994. A queda só perde para os anos de 2008 (-41,22%) e 1998 (-33,46%).

Nas primeiras posições ficaram ouro e dólar, cujas cotações costumam subir em momentos de aversão ao risco nos mercados financeiros. A taxa de câmbio doméstica subiu 12,18% --a primeira alta desde 2008--, enquanto a cotação da commodity metálica (pela referência dos preços fixados na BM&F) teve alta de 15,85% no mesmo período.

As aplicações de perfil mais conservador, como os fundos DI e CDBs, devolveram mais que o dobro da inflação no ano e também apareceram como boas opções.

A rentabilidade média do CDB foi calculada em 11,80% ( sem considerar o impacto do Imposto de Renda e encargos cobrados pelos bancos), bem acima da variação de 5,10% registrada pelo índice de preços IGP-M em 2011.

Aplicação mais popular do país, a poupança também conseguiu devolver para o investidor uma taxa de retorno (7,43%) acima da alta acumulada dos preços desde o início do ano.

JUROS
O mercado, no entanto, continua apostando na continuidade da queda da taxa básica de juros, a Selic (atualmente em 11,0%), o que deve prejudicar a rentabilidade das aplicações de renda fixa no próximo ano. A pesquisa Focus, do Banco Central, aponta que a taxa deve fechar 2012 em 9,5% ao ano.

Já no segmento de renda variável, as projeções de mercado apontam para um avanço moderado no caso do câmbio: boa parte dos analistas antecipa uma taxa de R$ 1,75 para dezembro do próximo ano, conforme a coleta de informações do Banco Central (Focus).

 
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