Campanha

#AbortoNão

Translate To:

Logar na Comunidade



Pesquisa

Como você avalia o governo da Arrumadeira Geral da Nação?
 

Feed Gente Decente

 Assine nosso Feed

Facebook

TweetAuditor

Siga-nos no Tweeter

Com TweeterFedd

Nós no Tweeter

Quem está Online

Nós temos 625 visitantes e 1 membro online

Contador de Visitas

mod_vvisit_countermod_vvisit_countermod_vvisit_countermod_vvisit_countermod_vvisit_countermod_vvisit_countermod_vvisit_counter
mod_vvisit_counterHoje3667
mod_vvisit_counterOntem6141
mod_vvisit_counterEsta semana39152
mod_vvisit_counterÚltima semana40777
mod_vvisit_counterEste mês132770
mod_vvisit_counterÚltimo mês222295
mod_vvisit_counterTotal3017356

Últimos Comentários

Uma quadrilha preocupada com a outtra. Não é para menos PDF Imprimir E-mail
Avaliação do Usuário: / 0
PiorMelhor 
Política
Postado por Manoel Santos   
Dom, 19 de Fevereiro de 2012 06:28
Tentei achar o post, mas não encontrei.
Sei que disse algum tempo atrás, e deve ter sido um comentário em alguma notícia relativa às duas quadrilhas, que a hora em que os iteresses de uma conflitasse com a outra na divisão do butim eleitoral a coisa iria pegar fogo.
Me lembro, no entanto que fiz um comentário mais ou menos dentro de teor: Vão brigar? Pois que se matem e que jorre bastante sangue nesta guerra.

É justamente isso o que as quadrilhas estão temendo agora.

Comandos do PT e PMDB vão tentar pacto de não agressão
Preocupação é que disputa eleitoral gere problemas para governabilidade de Dilma

GERSON CAMAROTTI

BRASÍLIA - Preocupados com a possibilidade de as eleições municipais deste ano causarem sequelas graves, os comandos do PT e do PMDB devem tentar estabelecer um pacto de não agressão entre os candidatos dos dois partidos nos municípios. Há um temor real na cúpula dos partidos e no núcleo político do Palácio do Planalto de que a disputa eleitoral de outubro possa causar problemas para a governabilidade da presidente Dilma Rousseff no Congresso Nacional. Mas já é grande o clima de desconfiança entre os dois aliados.Nos bastidores, o PMDB já avisou ao Palácio do Planalto que, se o PT usar a máquina do governo nas eleições municipais, haverá um ambiente muito negativo na base aliada. E essa suspeita já é verbalizada por setores mais ostensivos do PMDB.

- Será muito difícil um entendimento. O PT não está trabalhando para fazer uma parceria. O PT está trabalhando para derrotar os aliados e sair fortalecido das eleições municipais para o projeto de 2014. Por isso, será muito difícil um pacto de não agressão - afirma o vice-líder do governo no Congresso, deputado Lúcio Vieira Lima (PMDB-BA).

Diante desse clima de beligerância, os presidentes do PT, deputado estadual Rui Falcão (SP), e do PMDB, senador Valdir Raupp (RO), terão encontros em março para diminuir o atrito entre as duas legendas. A tentativa é fazer um acordo para possibilitar alianças estratégicas para o segundo turno.

Foi também para tentar diminuir esse desgaste que a presidente Dilma Rousseff afirmou na reunião do Conselho Político da semana passada que não aceitará uso da máquina nas eleições: "o governo não vai participar das eleições, não vai permitir a partidarização", disse Dilma, num sinal de que pretende ficar afastada dos palanques municipais.