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Ahhhhhh se fosse em um governo...
Quanto mais tempo passa, fica evidente que a imprensa nestep... Mais...
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É de enojar, apenas isso. Sabemos no que irá dar o "mensalão... Mais...
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Coluna Carlos Brickmann
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Coluna Carlos Brickmann
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13.05.12 19:46
Por: josé anibal de silos
É Estelita?
Se depender dessa oposição para moralizar o país,estamos fer... Mais...
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Por: augusto
Do Painel - Folha de São Paulo
O JEG está ganhando uma grana para pautar a imprensa nestepa... Mais...
11.05.12 19:01
Por: augusto
Que doce relembrar não é mesmo...
Essa gente é um saco sem fundo para desviar dinheiro, imagin... Mais...
11.05.12 18:51
Por: augusto
| Do Blog do Flávio Nassar. |
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| Política | |||
| Postado por Manoel Santos | |||
| Dom, 19 de Fevereiro de 2012 23:29 | |||
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BOMBA, BOMBA: Negócios de Zé Dirceu em Portugal A edição deste domingo do jornal português Público, mostra a teia dos negócios de Dirceu na nossa pátria mãe, aliás foi deles que herdamos virtudes e vícios. A edição de hoje só está disponível para assinantes, daí porque não pude dar o linque para ser acessado diretamente e transcrevi, abaixo o texto, usando um OCR, o que pode resultar em erros.
O homem do Mensalão no centro da teia dos negócios luso-brasileiros
Público • Domingo 19 Fevereiro 2012 O principal suspeito do caso do Mensalão, antigo braço-direito de Lula da Silva, foi uma das peças-chave de negócios como o da "transferência" da Portugal Telecom da Vivo para a Oi e continua a ser uma ponte entre empresas dos dois lados do Atlântico. Cristina Ferreira José Dirceu, o ex-ministro-chefe da Casa Civil de Lula da Silva, o principal suspeito do caso Mensalão, na sequência do qual se demitiu, em 2005, está ligado a um grupo de sociedades, de advocacia e de consultoria, que são usadas como uma ponte por grupos portugueses e internacionais, que querem investir no Brasil. José Dirceu, que é colaborador da Ongoing e parceiro do escritório nacional Lima, Serra, Fernandes & Associados, che?ado pelo grão-mestre do Grande Oriente Lusitano (GOL), esteve, por exemplo, no epicentro das negociações que deram à Telefónica o controlo da operadora brasileira Vivo, entre 2009 e 2010, e que teve como contrapartida a entrada da OI na Portugal Telecom. "O sucesso está associado aos conhecimentos, amizades e ao raio de poder e influência que José Dirceu ainda tem em todos os escalões do governo, fundos de pensão e empresas estatais. Mas os seus movimentos estão sempre cercados de mistério", concluiu a revista brasileira Veja, na edição de Agosto de 2011, a propósito de uma investigação realizada aos negócios que envolvem o antigo homem forte do gabinete de Lula. Amigos portugueses Em Portugal, José Dirceu tem muitos amigos. Um deles é João Abrantes Serra, um dos sócios do gabinete Lima, Serra, Fernandes & Associados, liderado por Fernando Lima, o actual presidente da Galilei, ex-Sociedade Lusa de Negócios e dona do BPN. O advogado confirmou ao PÚBLICO que a LSF & Associados (Fernando Lima, João Abrantes Serra, João Vaz Fernandes) tem há vários anos uma parceria com o escritório Oliveira e Silva. No entanto, esta parceria não é publicitada na página na Internet do gabinete português. E nenhuma das três sociedades de José Dirceu, Oliveira e Silva, JD Consultores e JC&S, tem um site oficial. Fernando Lima explicou, porém, que o escritório tem presença própria em São Paulo, onde está "quase sempre" um dos sócios João Vaz Fernandes. O dossier Vivo A resolução do dossier Vivo, que envolveu a saída da PT da operadora brasileira e a entrada da OI na PT, por exemplo, teve como ponto nevrálgico o universo das sociedades ligadas a José Dirceu, e é um exemplo da importância das conexões entre gabinetes portugueses e brasileiros nos negócios entre os dois países. Entre 2007 e 2008 o PÚBLICO apurou, por exemplo, que a LSF & Associados esteve a prestar apoio à PT, no quadro do dossier Vivo. Nesse período o escritório recebeu uma avença da PT, que recusou comentar a informação. Fernando Lima confirmou-a e esclareceu que se destinou, apenas, "a apoiar a PT no Brasil". Um homem que se reinventou várias vezes Perfil Quando o escândalo do Mensalão rebentou na imprensa brasileira, em 2005, José Dirceu era o segundo homem mais importante em Brasília, a seguir ao Presidente Lula da Silva. O mega-esquema de corrupção e financiamento político ilegal engoliu o ministro da Casa Civil, que se viu forçado a demitir-se do cargo. Pouco tempo depois o seu mandato de deputado federal foi "cassado". A presidência do Partido dos Trabalhadores (PT), ao qual dedicara décadas da sua vida, escapou-lhe entre os dedos. Apontado como o "chefe da quadrilha" do Mensalão, aos 60 anos, José Dirceu de Oliveira e Silva, reinventou-se – algo que fez várias vezes ao longo da sua vida. De menino do campo a rapaz da cidade, de líder estudantil a prisioneiro da ditadura, de exilado político a aprendiz de guerrilheiro, de comerciante clandestino a fundador do PT, e daí a deputado estadual e federal, candidato a governador e ministro, as sucessivas encarnações de Dirceu parecem uma mistura de novela de espionagem, romance histórico e comentário político – com algum romantismo pelo meio. Hoje é consultor de empresas e empresário, o que alimenta a aura nebulosa de poder e influência em seu redor. Mas, como notou ao PÚBLICO um editor de um grande jornal brasileiro, perante a inexistência de um único caso concreto de influência de Dirceu na concretização de qualquer negócio, "tudo isso virou fumaça". Box
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| Última atualização em Dom, 19 de Fevereiro de 2012 23:57 |













