Campanha

#AbortoNão

Translate To:

Logar na Comunidade



Pesquisa

Como você avalia o governo da Arrumadeira Geral da Nação?
 

Feed Gente Decente

 Assine nosso Feed

Facebook

TweetAuditor

Siga-nos no Tweeter

Com TweeterFedd

Nós no Tweeter

Quem está Online

Nós temos 615 visitantes e 1 membro online

Contador de Visitas

mod_vvisit_countermod_vvisit_countermod_vvisit_countermod_vvisit_countermod_vvisit_countermod_vvisit_countermod_vvisit_counter
mod_vvisit_counterHoje3720
mod_vvisit_counterOntem6141
mod_vvisit_counterEsta semana39205
mod_vvisit_counterÚltima semana40777
mod_vvisit_counterEste mês132823
mod_vvisit_counterÚltimo mês222295
mod_vvisit_counterTotal3017409

Últimos Comentários

Mais uma lei absurda. PDF Imprimir E-mail
Avaliação do Usuário: / 0
PiorMelhor 
Política
Postado por Manoel Santos   
Seg, 20 de Fevereiro de 2012 11:00
As pessoas mais antigas, desenvolviam uma sabedoria quase imbatível diante de realidades da vida.
Sempre que era criticada pela irmãs, quando dava uns sopapos nas minhas tias, minha vó saia com essa:

GALINHA CHOCADEIRA NÃO QUEBRA OVOS E NEM MATA PINTO.

Tinha absurda razão. E o KCT descia. Hehehehe.

Lei da Palmada corre o risco de não ser aprovada no Congresso
DA AGÊNCIA BRASIL

O polêmico projeto de lei que proíbe os pais de castigarem fisicamente os filhos corre o risco de não ser aprovado pelo Congresso Nacional. Depois da anuência, em caráter terminativo, da comissão especial criada para analisá-lo, o projeto deveria ter sido encaminhado ao Senado, mas está parado na Mesa Diretora da Câmara. O texto aguarda a votação de seis recursos para que seja votado também no plenário da Casa.

Os deputados que apresentaram os recursos querem que a matéria seja discutida no plenário da Câmara antes de seguir para o Senado. Esses parlamentares esperam que a proposta seja rejeitada, quando a maioria dos deputados tiver acesso ao texto. Na comissão especial, apenas um grupo pequeno de parlamentares teve a oportunidade de apreciar e votar a proposta --que foi aprovada por unanimidade.

Para um dos deputados que apresentou recurso, Sandes Júnior (PP-GO), a matéria é complexa e merece ser debatida por mais tempo com um número maior de parlamentares. "Trata-se de matéria polêmica, objeto de acaloradas discussões na referida comissão especial, porém sem a necessária visibilidade e amadurecimento que a importância do assunto exige", justificou no recurso.

Declaradamente contrário ao projeto, o deputado Augusto Coutinho (DEM-PE) também apresentou recurso para que o texto seja discutido no plenário da Câmara. Para ele, as relações familiares não podem ser ditadas pelo Estado.

"É indubitável que devam existir mecanismos para proteger a criança e o adolescente da violência, seja essa doméstica ou não. Contudo, não pode ser concedida ao Estado a prerrogativa de ingerência desmedida nos lares brasileiros", defendeu o deputado.

O projeto, de autoria do Poder Executivo, altera o ECA (Estatuto da Criança e do Adolescente) para estabelecer que "a criança e o adolescente têm o direito de ser educados e cuidados pelos pais, pelos integrantes da família, pelos responsáveis ou por qualquer pessoa encarregada de cuidar, tratar, educar ou vigiar, sem o uso de castigo corporal ou de tratamento cruel ou degradante, como formas de correção, disciplina, educação, ou qualquer outro pretexto".

O texto determina ainda que é considerado castigo corporal qualquer forma de uso da força física para punir ou disciplinar causando dor ou lesão à criança.

A proposta, que ficou conhecida como Lei da Palmada, também estabelece que os pais que cometerem o delito deverão passar por acompanhamento psicológico ou psiquiátrico e receberem uma advertência. Eles, no entanto, não estão sujeitos à prisão, multa ou perda da guarda dos filhos.

Os médicos, professores ou funcionários públicos que souberem de casos de agressões e não os denunciarem ficam sujeitos à multa que pode chegar a 20 salários mínimos.