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Postado por Manoel Santos
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Qui, 02 de Fevereiro de 2012 21:57 |
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Venceu a DEMOCRACIA.
Dias atrás critiquei aqui um editorial do meu antigo querido JB que encarava os ataques à justiça, como algo grave contra a democracia.
Ledo engano de quem escreveu o texto.
A JUSTIÇA se baseia em Leis e não somente em pessoas. Quando pessoas que não prestam usam o prestígio que possuem para deturpar a LEI, quando sua missão é justamente a de defendê-la, aí sim, a DEMOCRACIA deixa de existir.
As leis fundamentalmente se baseiam em valores. Um assassinato só é crime, por que valores morais e educacionais dizem que não se deve tirar a vida de alguém, a não ser para exercer o legítimo direito de defesa. Não é o que temos visto no judiciário deste país. Como dizem alguns, muito antes pelo contrário.
O que temos presenciado são flagrantes desrespeitos ao descrito na lei por magistrados, servidores públicos, parlamentares e por uma ralé que, à margem do que diz a LEI, usa a LEI inexistente para auferir vantagens as mais diversas para satisfazer necessidades de momento, que podem ser uma causa absurdamente política, como estamos assistindo no caso Pinheirinho e o que se desenrolou no caso da USP.
O pior bandido de uma sociedade é o bandido com autoridade, com carteira ou abrigado por altos cargos da administração pública, como magistrados e parlamentares, por exemplo.
O que pode agredir mais uma DEMOCRACIA? Um juiz que vende, de forma vergonhosa uma sentença, para beneficiar um criminoso ou uma ministtra de um órgão de justiça que tem a coragem de enfrentar seus pares?
ELIANA CALMON, com sua luta, que é a luta de todos os brasileiros honestos, trabalhadores e decentes deste país, resgatou o desejo de termos uma DEMOCRACIA MAIS JUSTA, com uma justiça sem seus bandidos.
Mas a luta desta guerreira deveria ser a luta de outras parcelas de poder deste país.
Nesta semana, a nossa heroína na luta pela democracia, a guerreira que não pensou duas vezes em privar-se de sua juventude, o símbolo estampado na altivez com que se postou diante dos militares de rosto escondido, mostrou toda a falácia de uma mentira urdida para a criação do mito da guerrilheira da democracia, para dar razão àqueles que, como eu, chamam-na de TERRORISTA, ASSALTANTE E SEQUESTTRADORA. Foi essa a verdade que apareceu nesta sua visita ao mais regime de governo de nossa América.
Lá não esteve a heroína, lá esteve a verdadeira mulher que se apequena diante de um vagabundo, a terrorista, a assaltante de bancos e a mentora de seqüestros que na juventude atuou em grupos que nunca pensaram em direitos humanos ao tirar a vida de inocentes.
Nenhuma palavra sobre a degradação moral, política e humana do povo cubano que se mostra quando são distribuídas miseráveis unidades de ovos, simples ovos, anotados em carteirinhas de controle do aparato repressor montado pelos irmãos Castro, muitas vezes mais nojento que o nojento com que eles classificavam a nossa tal de ditadura militar.
Justiça não é somente a punição dos bandidos abrigados sobre a toga. Justiça é a obediência diária, por todos, governantes e governados, ao ditames da Lei.
O resultado de hoje, confirmando os poderes do CNJ, também é um tapa na cara da gente.
Desde que começaram a pipocar na imprensa os escândalos patrocinados por bandidos de toga, uma mobilização sensacional de grande parte da sociedade se mostrou responsável e fez valer seus direitos de cidadãos. O resultado de hoje, embora neguem, foi o reflexo desta mobilização. Venceu a democracia que é o direito da maioria.
O papel que nos cabe agora é lutar por uma imprensa sem bandidos de laptop, escondidos sob a máscara de repórteres dos grandes meios de comunicação pois, assim como a justiça é um dos mais importantes pilares de uma democracia de verdade, a imprensa funciona como os olhos vigilantes dos malfeitos de poderosos, bandidos e servidores públicos, pagos com nosso miserável suor, que usam de seu poder particular para jogar no lixo ou nos próprios bolsos cada calo que cresce em nossas mãos.
Não é possível que estes bandidos de laptop falseiem a verdade de um fato somente para agradar aos poderosos da hora, escondendo de nós, os fatos que deveríamos saber, direito consagrado na CONSTITUIÇÃO como pleno DIREITO À INFORMAÇÃO.
Também nos cabe lutar contra os bandidos da política e, contra estes, a luta é mais fácil por que o poder que possuem é conseguido com o voto livre, soberano, individual e garantido por sigilo, a cada nova eleição.
O resultado da votação de hoje no STF nos mostra de forma clara, o caminho que temos de percorrer para deixarmos para nossos filhos e netos, o Brasil que queremos que eles tenham. Essa tarefa é nossa.
O caminho e o que deve ser feito estão postos no tabuleiro do jogo democrático. Quem move estas peças, somos nós.
Portanto, senhores e senhoras, está na hora de começarmos a lutar. A guerra, ainda não acabou.
NOSSAS SINCERAS HOMENAGENS À ESTE SÍMBOLO DA LUTA PELA DEMOCRACIA QUE SE CHAMA:
MINISTRA ELIANA CALMON. O Brasil lhe deve esta honraria.
Mais uma vez se prova: Quando se luta pela democracia com democracia e verdade, sem assaltos à bancos, sem ações terroristas que vitimam inocentes, sem sequestros planejados, a vitória tem sempre gosto de felicidade, de regozijo consigo mesmo. Quando se usam as táticas de bandidos como os irmãos Castros, o gosto que fica é o de sangue. Sangue de inocentes. Um gosto amargo demais.
PARABÉNS MINISTRA ELIANA CALMON. É a manifestação honesta de toda a GENTE DECENTE deste Brasil
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Última atualização em Qui, 02 de Fevereiro de 2012 22:19 |
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Postado por Manoel Santos
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Ter, 31 de Janeiro de 2012 18:49 |
Amanhã o STF julga a CONSTITUCIONALIDADE da ação CORRECIONAL do CNJ. Não há outra saída para a Suprema Corte senão a de concordar com o que diz a Lei, embora o STF tem sido pródigo em desrespeitá-la de forma tão cínica que assusta até mesmo os leigos em direito.
E terá a obrigação de fazer isso, por simples razões.
A pressão da opinião pública que tem se manifestado até de forma agressiva em relação às últimas decisões da corte em relação ao CNJ; A imagem de lutadora intransigente pela legalidade e total transparência da justiça empreendida pela Ministra Eliana Calmon; O apoio expresso hoje pela OAB com significante participação de Juízes, associações independentes dos sindicatos pelegos de juízes e parlamentares de expressão do legislativo e o fato mais importante:
TODAS AS PUNIÇÕES HAVIDAS ATÉ AQUI, PROMOVIDAS PELO CNJ, perderiam sua eficácia.
Toda essa pendenga do judiciário e seus bandidos de toga, exacerbada pela irresponsabilidade de associações malandras e corporativas que fizeram questão de deixar claro o corporativismo de sua reivindicações, foi agravada e muito com as decisões de Lewandowiski e Marco Aurélio, ao ratificar em liminar o desejo de uma bando de pelegos que querem arrastar para debaixo dos tapetes, a atuação criminosa de alguns homens de toga, classificados, então, como BANDIDOS DE TOGA pela Ministra, mas arrastando para o mesmo charco juízes cuja honorabilidade e lealdade para com a Lei chafurdassem na mesma lama.
Durante toda essa pendenga, as páginas dos jornais foram palco de escândalos que envergonharam não só o contribuinte e os não juízes, como também aqueles cuja atuação, ao envergar a sua toga, representam o orgulho da magistratura brasileira.
Conheço vários juízes que não moram em mansões. Moram bem? Vivem bem? Têm um bom padrão de vida? Claro que sim. São magistrados e não ganham nenhum Bolsa Família. Mas em relação ao cargo que ocupam, são pessoas humildes que dirigem seus próprios carros, levam seus filhos na escola, não tem fortunas em bancos Suíços por que querem ter a primazia de, chegando ao seu local de trabalho, agirem com a independência exigida a quem tem a prerrogativa de decidir sobre a vida de uma pessoa.
A JUSTIÇA é um dos pilares de uma verdadeira democracia. No entanto, esta premissa só é válida se a Lei é rigorosamente obedecida principalmente por aqueles a quem cabe aplicá-la. Caso contrário, ela de nada servirá. E o que temos visto na justiça deste país, inclusive na mais alta corte brasileira, são casos flagrantes de completo descaso para com a Lei e a Constituição.
Espero que o STF não privilegie, mais uma vez, uma minoria que tem se portado como abrigo de bandidos. Espero que o STF retire de debaixo da gloriosa TOGA, os bandidos travestidos de juízes.
É isso o que reza a LEI e o que diz a nossa CONSTITUIÇÃO. É isso o que exige uma verdadeira democracia.
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Última atualização em Ter, 31 de Janeiro de 2012 19:20 |
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Postado por Manoel Santos
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Ter, 31 de Janeiro de 2012 08:58 |
De esperto, ensaboado e exímio negociador vai sobrando, a cada dia que passa, apenas o desespero de Kassab para salvar o próprio umbigo, mesmo que para isso tenha que rifar um posicionamento político de oposição à quadrilha adotado por ele mesmo antes de ser prefeito.
Atribui-se a alta rejeição de Serra à assinatura de uma carta-compromisso, feita por um jornalista que sempre se porta como um petista enrustido, onde dizia que não deixaria a prefeitura para disputar outro cargo.
Deixou e a tal carta virou mancha indelével na biografia de Serra, mesmo sabendo que a política é dinâmica e ainda, que o exemplo dado por Serra ao sair da prefeitura é tão comum quanto o ato de se beber água.
A mancha que ficará na biografia (????) de Kassab é muito pior que aquela atribuída ao Serra prefeito. Que, convenhamos, tem seu índice de rejeição dentro dos seguidores paulistanos da quadrilha e não à assinatura de uma reles carta, engendrada por um reles repórter.
Ontem os jornais noticiaram que o esperto e exímio negociador fechou quase definitivamente, digo assim por que ele diz uma coisa e na frase seguinte deixa a tal porta aberta para outras situações, as portas de sua ARKA para o PSDB e que irá abrir negociações formais para compor com a quadrilha. Ontem também, os jornais noticiaram que Kassab poderia influenciar a decisão de apenas 22% dos eleitores paulistanos.
Os eleitores que votaram em Kassab, não votaram e não votam no PT. Em sua grande maioria foram eleitores que votam com os tucanos, especialmente em Serra, em qualquer cargo a que ele se candidate. Os eleitores de Kassab/PSDB/Serra são eleitores que NÃO VOTAM NA QUADRILHA. Difícil imaginar que estes 22% que apóiam (???) Kassab na prefeitura, sejam também apoiadores de uma evetual dobradinha entre a ARKA e a QUADRILHA-SP. Acredito que muitos deles, mesmo apoiando o prefeito, se sentirão traídos se a dobradinha ARKA/PT sair do papel e virar realidade.
Na cabeça do ensaboado e esperto prefeito (????) estão seus planos para 2014. Fichas de um jogo apressado, jogado com adversários ainda em gestação e aí se inclui também, a Vovó Petralha.
Kassab vai, aos poucos, se enrolando em uma estratégia suicida, criada para salvar o próprio umbigo, mas que vai, a cada dia que passa, construindo um poço de isolamento que acabará desaguando em 2014 e afetará, sobremaneira, as atuais intenções do esperto moço da ARKA.
Ninguém tem dúvidas que o sonho de Aloisio Mercadante é levar o governo de São Paulo. Se apoiar Haddad e ele vencer, estará elegendo um ótimo cabo eleitoral do bigodudo flex, na intenção de disputar o governo paulista. Com a máquina do MEC nas mãos, o homem do dossiê dos aloprados, terá sob seu controle um arsenal fantástico de verbas e cargos que lhe permitirá cooptações, verbas e mais o que for necessário para cacifar sua caminhada em direção ao governo de São Paulo. Isso sem falar em sua qualificação como dirigente de uma fábrica clandestina de dossiês.
O que sobrará para o esperto prefeito então? Um ministério no governo da quadrilha? A presidência de alguma estatal? A visibilidade de um partido que ainda será testado nas urnas?
Haddad, por enquanto, patina nas pesquisas. A intenção de votos dos paulistas parece recair, em maioria, para o ilustre desconhecido Russomano e relega ao moço do KIT GAY um desonroso quase penúltimo lugar, junto com alguns dos tucanos postos na gôndola do supermercado eleitoral de Sampa. Mas ele vai crescer. Não dá para imaginar até onde, em virtude do ocorrido com a dona Perua dos Jardins. Mas é certo que crescerá. Pelo andar da carruagem, e juntando todos os ingredientes deste bolo sem sabor, é bem provável que até o dia fatídico do voto na urna, ele não tenha crescido para poder decidir, em primeiro turno, as eleições mais confusas que São Paulo terá assistido. Um cenário de ilustres desconhecidos no quesito voto. Pesquisas que indicam que um número elevado de eleitores não sabem quem é Haddad, é historinha para boi dormir. Todo mundo sabe quem é o moço do ENEM fracassado e do KIT GAY assassino da pureza juvenil.
Enquanto PSD e PSDB patinam na conduta biruta de joguinhos de cena, na tentativa de salvação dos próprios umbigos, o fim dos prazos vai se aproximando de forma inexorável. Sem nomes de peso político, restaram umbigos. Alguns mal suturados. Outros mal cortados. Mas, apenas umbigos.
O problema se resume na seguinte pergunta:
E o melhor para a maior cidade da América Latina? Parece que, na cabeça desta gente, isso é apenas um detalhe.
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Última atualização em Ter, 31 de Janeiro de 2012 09:22 |
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Postado por Manoel Santos
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Sáb, 28 de Janeiro de 2012 09:48 |
Existem certas coisas que são tão óbvias que chegam a assustar. Mesmo assustando, não provocam nenhum tipo de reação ao que se convenciona chamar de maioria.
Sérgio Cabral, governador do Rio de Janeiro, só não é a pior e maior tragédia política que aconteceu ao Rio de Janeiro por que, antes dele, vieram Brizola, Garotinho e Saturnino. Talvez por isso mesmo, os cariocas estejam tão acostumados com este tipo de desgraça e sempre voltam a conferir para estes charlatães o poder máximo da democracia que é o voto individual, soberano e sigiloso.
Não fosse desta forma, não seriam estes escroques, ocupantes do mais alto cargo de um Estado.
A sorte, e a firme presença de Deus, evitaram que um tragédia de proporções inimagináveis manchasse de sangue a história da cidade do Rio de Janeiro nesta semana. Conheço os prédios que desabaram e afirmo sem medo de errar:
Se o desabamento ocorre no período entre 16 e 18hs, estaríamos contando agora com algo perto de 1.000 mortos. Seria o segundo milhar de defuntos na governança de Cabral.
Estamos entrando no 3º dia do ocorrido e nada de Cabral no local do acidente, nem nos meios de comunicação de que tanto gosta e de quem tanto recebe ajuda. Desta vez, a Globo faz seu BBB sozinho e apenas com o menininho travesso do Rio, parceirinho de Cabral na desgovernança carioca.
Seria quase um escárnio pedir aos parentes das vítimas que exigissem a presença de autoridades para lhes dar certeza de que as mortes teriam, pelo menos, uma investigação séria das cuasas que levaram ao desabamento dos 3 prédios. Mas é mais que justo exigir de todas as autoridades envolvidas respeito para estes mesmo defuntos que expõem mais uma vez, a falta de solidariedade do governador.
Durante a tragédia que acometeu a região Serrana do Rio, Cabral se escondeu. Durante a tragédia que acometeu a cidade de Angra dos Reis, Cabral se escondeu. Mais uma vez agora, diante desta tragédia, mais uma vez Cabral se acovarda e se esconde.
Morte não dá IBOPE. E o BBB que é possível ser feito diante de tantos caixões, não endeusa políticos fanfarrões e, portanto, não traz votos.
Cabral é mais um capítulo negro do desabamento da política do meu estado.
O pior no entanto é saber que muitos cariocas aplaudem estes defuntos morais representados por gente da laia de Cabral e Paes. E tudo isso em nome de uma tal de "malandragem carioca" que parece ter sido rotulada para designar que nasce no Rio.
Espertos? Malandros?
Não, otários disfarçados de malandros. Tão bem disfarçados, que chega a confundir os incautos.
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Postado por Manoel Santos
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Qui, 26 de Janeiro de 2012 22:02 |
Algumas coisas me irritam profundamente nos dias atuais.
A garotada, com seus míseros 19 ou 21 anos atacando o Regime Militar para defender um bando de assaltantes da política, de nossas liberdades e de nosso dinheiro.
Só quem viveu aquela época pode ter a sua visão sobre aquele momento de nossa história. Se for muito interessado, poderá, través dos arquivos, fazer uma idéia do que realmente aconteceu.
Quem trabalha como jornalista, nos grandes meios de comunicação tem a facilidade de ter à mão, fragmentos da história, através de seus arquivos. Muito deles digitalizados nos dias de hoje. É inadmissível que fale sem pesquisar. Que distribua bobagens, sem saber do que fala e ainda com a intenção de fazer a cabeça dos idiotas úteis que compra a primeira mercadoria que lhe é posta diante das ventas.
Mais uma coisa que muito me irrita é ver a ilha inferno dos Castros ser defendida por quem nunca lá esteve. Quem chama aquilo de paraíso ou "outro mundo possível" não sabe o que é viver em um inferno.
Mas o que me deixa verdadeiramente abismado é quando a imprensa, através de um editorial, tenta passar uma visão completamente descabida de uma fato. Não sei se por ignorância, não sei se por interesse ou, quem sabe, pelas gordas verbas de publicidade que recebe.
Comecei a ler o Jornal do Brasil aos 15 anos de idade. Obrigado, diga-se de passagem. Meu professor de português exigia que lêssemos um grande jornal diariamente. Tínhamos exercício de redação uma vez por semana e o tema era sempre o mesmo:
FALE SOBRE O ARTIGO QUE VOCÊ ACHOU MAIS IMPORTANTE DO JORNAL QUE VOCÊ LEU.
Durante o regime militar o meu querido JB representava uma voz quase solitária contra o Regime. Era o símbolo da resistência. Até o dia em que o querido JB parou suas prensas, atolado em dívidas impagáveis. Pois bem.
O JB de hoje, traz um editorial. O LINK está AQUI. Não traz quem escreveu e portanto, representa o pensamento do Jornal e de seus funcionários. Não deveria.
O JB chama de "denuncismo" os fatos graves que tem sido RELATADOS pela imprensa sobre a lama em que chafurda uma parte do judiciário brasileiro e classifica a JUSTIÇA como o coração da democracia. Erra o JB. O coração de uma democracia é justamente a imprensa.
Diz o JB que "todos os momentos em que o Judiciário foi atacado e perdeu seus poderes, a instabilidade se instalou entre os cidadãos. A Justiça é o coração da sociedade. Sem ela, não é possível viver".
Uma visão no mínimo deturpada do que se passa atualmente com a justiça brasileira. E cita um exemplo:
"Um exemplo claro disso aconteceu semanas atrás, quando policiais do Ceará entraram em greve. Sem PMs - um braço da Justiça - nas ruas, arrastões e assaltos deixaram a população em pânico. Lojas fecharam suas portas, famílias se abrigaram em suas casas e trabalhadores buscaram abrigo."
Eis aí. Não foi, neste caso, a justiça que deixou de ser exercida. Ela deixou de ser praticada por um grupo de servidores públicos que entraram em greve, e não vou aqui justificar se foi legal ou ilegal ou justa ou injusta.
E o meu querido JB vai incorrendo no mesmo erro ao citar Collor e Sarney. Chegando ao caso Pinheirinho, destaca que "sem a presença da força e da ordem não seria possível aconteceu o que aconteceu", numa clara contradição com a tese desenvolvida nos parágrafos anteriores.
E o JB vai citando uma penca de exemplos POLÍTICOS até chegar na seguinte frase:
"Um país pode viver sem a sua "cabeça" - Poder Executivo, sem seus "membros" - Poder Legislativo - , mas não pode viver sem seu "coração" - Poder Judiciário."
Ahhhhh JB! Que tristeza. Chega o momento então, de perguntar a quem escreveu este editorial:
Então é admissível que a imprensa se cale diante de juízes que roubam? Que vendem sentença? Que recebem polpudos salários sem oferecer a justiça igualitária que não discrimina pobres de ricos? Que manipula sentenças de acordo com o desejo de governantes? Que condena inocentes? Que agride costumeiramente a CARTA MAGNA DE UMA NAÇÃO?
Quem zela por isso, isto é, pela democracia, é uma imprensa livre e isenta.
Erra o autor ao dizer que um país pode viver sem a sua cabeça (Executivo) ou sem seus membros (legislativo). Tivemos no Brasil "cabeças malucas a nos governar". Quem serviu de médico para o enfermo paciente foi justamente seus "membros" que deletaram a cabeça doente do corpo país. Quando os membros (legislativo) foram calados à força, tivemos uma ditadura e seus homens biônicos.
Não JB. Um país não vive sem uma autoridade maior, desde que legalmente constituída. Nem tampouco sem um legislativo soberano. Eles são complementos de uma democracia sólida.
Mas quando ambos passam a existir é a imprensa quem tem a obrigação de INFORMAR e mostrar aos cidadãos o que estão fazendo contra ele. O nome disso é equilíbrio de poderes que, independentes entre si, ajudam a pavimentar a democracia.
Está dito no editorial:
"A desmoralização da Justiça e do Judiciário não faz bem à sociedade."
Mais uma vez não JB:
Uma Justiça e um Judiciário imoral, desonesto, preguiçoso, perdulário e que despreza o que diz a LEI é que não faz bem à sociedade.
Na semana passada, um juiz foi pego em gravações autorizadas pela própria justiça e divulgadas pela imprensa.
Na gravação o desembargador Francisco Betti diz textualmente o seguinte:
"Vou te contar, eu sou bandido!"
Pergunto ao autor do editorial:
O senhor gostaria de ter um processo nas mãos deste auto-intitulado bandido?
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Postado por Manoel Santos
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Sáb, 21 de Janeiro de 2012 13:15 |
Quer saber? Tem horas em que odeio meus botões.
Eles, sempre que podem, me metem em solenes e intransponíveis enrascadas. Estava cá em um papo animado com eles, quando surgiu o assunto Kassab, o sabonete.
Um deles lascou: Qualquer que seja o resultado das artimanhas do pretenso ensaboado e esperto político, h'is DEAD! Como assim botões?
Kassab tem se equilibrado em uma aparente tramóia política com um único fim: Ficar com os faróis ligados em 2014. Não é somente ele que age assim. O traíra das Alterosas age da mesma forma. Que se dane o presente, o que importa é um futuro ainda muito distante, com um tempo razoavelmente longo para que as rotineiras mutações da política aprontem alguma com sonhos do passado.
O PAC MAN, em sua ensandecida busca para ser o Messias de uma oposição esfrangalhada, não mede esforços para destruir qualquer chance de união dentro do ninho tucano, percorrendo, com a inestimável ajuda da mente iluminada de Estelita Guerra, o mesmo caminho trilhado por Maia, outra mente iluminada abrigada no antigo PFL, agora DEM. O resultado sabemos todos.
Mas a situação do ensaboado gênio é ainda pior. Este ano Kassab fica sem mandato. Se não conseguir uma boquinha em algum ministério da Vovó Petralha por reconhecimento de serviços prestados, ficará desempregado e portanto, fora da midia que promove. Ao chutar o balde onde a tucanada lava a roupa suja, Kassab fechou uma porta. E não me venham dizer que a culpa, neste caso, é só dos tucanos. Uma prova desta, digamos intransigência, é se oferecer como vice para a quadrilha e impor a cabeça de chapa com os bicudos. É atitude de quem quer negociar de forma branda com um lado e de forma exigente com o outro. Em poucas palavras, dois pesos e duas medidas.
A quadrilha já se arma para preparar o futuro candidato ao governo paulista. Se Haddad ganhar agora, será uma enorme vantagem para o pretendente Mercadante, agora de posse do MEC, em ser candidato em 2014. E mais uma vez, Kassab se coloca em situação difícil, pois nada lhe garantirá uma possível posição de vice pois, daqui até 2014 a gama de interesses pode mudar considerávelmente.
Kassab está lutando para se manter, pelo menos no CTI da mídia, durante os dois anos em que será compulsoriamente hibernado do poder e da mídia.
Não se trata de inteligência de novo gênio da política, mas puro desespero de quem perderá a caneta do poder. Jogada de risco? Para mim não, trata-se como disse, puro desespero. Para os meus botões, no entanto, KASSAB IS DEAD!
Corre no STF uma ação proposta pela ARKA, em relação à distribuição da grana que todos os partidos mamam. Se respeitado o que diz a Lei, a ARKA não terá direito a muita coisa, visto que os parlamentares que se abrigam nela já serviram para o cálculo que distribuiu, recentemente, a bolsa partidária da viúva, por que integravam outras legendas. Se isso acontecer, adeus grana legal para movimentações. Fora da prefeitura, acabam os conchavos que sempre rendem uma mufunfazinha para cofrinhos vazios. Mais um complicador.
Mais uma óbvia constatação: Kassab sai da prefeitura com uma avaliação do tipo Sarney. De cada 3, 2 odeiam o vampiro. Quer dizer, pouca influência em alguma coisa.
A campanha que começará em breve será uma guerra. Como se trata de pleito municipal, o Judas será o prefeito, qualquer que seja o candidato. Isso conta inclusive para o rapagão do KIT GAY. Será que ele vai passar a elogiar uma prefeitura que os eleitores de Sampa avaliam como ruim só por que Kassab indicou um vice para a chapa? Conhecendo a quadrilha como conheço, duvido. Vão fazer com ele o mesmo que fizeram com Ciro além, é claro, de demonizar a sua gestão. Se não fizerem isso, não levam a prefeitura.
Por outro lado, o gênio do sabão não poderá contar muito com aquelas obrinhas tipo relâmpago que serve para comprar os votos de uma patuléia desatenta e pronta para trocar sua cota de democracia por uma viela asfaltadinha ou uma pracinha que os balanços e gangorras quebram que tem data de validade assim que termina a eleição.
Pelo que se lê, Kassab espera que a espuminha de seu sabonete e as velas que acende para o Todo Poderoso e para o Chifrudo permitam com que ambos operem o mesmo milagre: SALVÁ-LO DAS AGRURAS DO INFERNO POLÍTICO, coisa que convenhamos, não é muito do tipo do rabudo.
Como se vê, eu e meus botões estamos em um terrível dilema. Enquanto eu acho que o gênio ensaboado está apenas se portando como um idiota ingênuo no meio de tantas feras, meus botões radicalizam e dizem que, politicamente, KASSAB IS DEAD!
O comportamento do moço da ARKA me remete a um exemplo ocorrido aqui no Rio. Conde, cria de Cesar Maia, resolveu dar um pé na bunda de seu criador, o Dr Cesar Frankenstein Maia. Conde sumiu da política. Está desfrutando de alguma boquinha pública pelai, mas está fora da política.
Meus botões pensam exatamente desta forma.
Tadinho, tinha um futuro tão promissor.
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Sáb, 21 de Janeiro de 2012 09:24 |
No dia 23 de fevereiro de 2010 falecia no Hospital Hermanos Almeijeiras, aos 42 anos de idade e depois de quase três meses de protesto pelas condições na prisão e pelo seu estatuto de preso político, o dissidente Orlando Zapata Tamoyo.
Ontem fez 10 anos da morte de Celso Daniel, sem que os verdadeiros culpados tenham sido punidos.
Dia 31 deste mês, a Vovó Petralha chega em Cuba, assim como o Cachaceiro Mor do Brasil chegou em Cuba no dia da morte de Zapata, ela chega no dia da missa de 7º dia de Wilman Villar Mendoza, de 31 anos que morreu este semana na prisão, após submeter-se a uma greve de fome de 56 dias.
3 mortes significativas no caminho da quadrilha.
Enquanto Zapata e Mendoza representam exemplos mais que significativos da tal democracia cubana, aquele outro mundo possível sonhado e idolatrado pela esquerda vermelha sanguinária e assassina, Celso Daniel expõe os intestinos da forma de agir dos nossos "democratas" assassinos tupiniquins.
Durante sua visita aos ditadores assassinos, o Pinguça Geral da Nação, com aquela sua superioridade de lixeira, condenou a greve de fome feita por Zapata, mas silenciou sobre os motivos que levaram Zapata a se auto-eliminar.
O cínico líder da luta pela democracia brasileira, agora repleta de liberdades e oportunidades, não emitiu uma só palavra pela mesma luta por liberdade e democracia que "reina em Cuba", representada pelo ato de auto-destruição cometido por Zapata.
Cuba é um inferno.
O Brasil, apesar de nossas falhas gritantes e de nossas mazelas, torna-se um exemplo de democracia quando comparado àquela que se pratica na ilha-inferno pelos irmãos Castros.
A morte de Celso Daniel expõe as vísceras da "ambígua defesa" pela democracia que é feita por esta corja de bandidos.
Enquanto que lá no inferno cubano os dissidentes seriam os LuLLas da revolução de 64 ocorrida no Brasil, aqui os LuLLas e seus seguidores personificam a figura de gente como Chê e os próprios Castros assassinando quem deLLes divergem.
Zapata e Mendoza seriam novos Che e Fidel se o regime cubano fosse uma democracia tipo a americana. Como a democracia de Cuba é a ditadura de uma esquerda que já pôs milhões de "dissidentes" nas covas, eles passam a ser bandidos que odeiam a democracia.
Celso Daniel levou para o túmulo os verdadeiros motivos de seu assassinato. Mas não é difícil identificá-los. Todo mundo sabe do que realmente aconteceu em Campinas.
Celso Daniel, como todos aqueles que ocupam cargos executivos na estrutura de poder do governo, desviava dinheiro para sustentar a quadrilha. Morreu por que iria denunciar ladrões que roubavam o dinheiro que era roubado para encher os cofres da quadrilha.
Gravações e entrevistas relembraram os fatos guardados nos escaninhos da história da morte do prefeito. Diálogos de bandidos preocupados por ver a possibilidade de vir à público a lama em que chafurdavam a elite da quadrilha.
Era preciso "justiçar" o traidor da causa. Era preciso e urgente, eliminar o "espião" que ameaçava expor o roubo por ele conduzido e que era levado em malas até os abarrotados cofres socialistas da cúpula da quadrilha.
Celso Daniel não é, nem com muita benevolência, um Zapata ou um Mendonza.
Ele é, antes de mais nada, o exemplo claro dos métodos de atuação praticados na ilha inferno de Cuba e adotados pela cambada que segue os princípios "democráticos" sugeridos pelos dois assassinos cubanos. Princípios democráticos estes que já levaram para a cova 8 possíveis "historiadores" dos métodos petistas de agir.
A visita da Vovó Petralha à ilha inferno comandada com mãos de ferro pelos assassinos Castros sugere uma afronta à democracia, um atestado claro e insofismável da escolha feita por este bando ao tipo de democracia que perseguem.
A democracia que mata companheiros e inimigos em nome de uma causa e a democracia que permite que eles cheguem ao poder sem a necessidade de que pessoas sejam cruelmente assassinadas por simplesmente discordarem.
A mulher que brevemente chegará na ilha inferno dos Castros não será a presidente de uma nação democrática. Será a "Estela" ou "Wanda" ou "Luiza" ou "Patrícia" que se regozijará com seus mentores de guerrilha. Será um flash back de um passado recente que carrega em algumas páginas de sua história o assassinato de um jovem de apenas 18 anos. Será uma visita do tipo saudosista.
Uma simples reunião de companheiros que, em nome de uma causa assassina, jogaram no lixo as mais simples bases de uma democracia. Não haverá cobranças.
A causa que os une é a morte da democracia.
Morte, esse é o cartão de visitas que será trocado em Cuba.
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Postado por Manoel Santos
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Seg, 16 de Janeiro de 2012 14:22 |
A Vovó Petralha não tem, como LuLLa, permissão nem para roubar nem para deixar que "róbem", como diz aquele caipira fantasiado de guerrilheiro de Jeca Tatu das planícies.
O Pingula Geral da Nação tinha uma espécie de cheque em branco dado pela imprensa comprada, vendida, amiga, opositora responsável, a cagona e a alienada que morrem de medo de bater no Pinguça.
Talvez por que eLLe seja meio barraqueiro e tenha atrás de si um séquito de pelegos profissionais incrustados nas regalias do sindicalismo ongueiro e profissional que mama nas tetas do governo.
O certo é que mesmo que todas as evidências do crime batam em seu traseiro, todos correm para por o próprio traseiro na reta para que o traseiro alcoolizado não pegue o merecido fogo.
Mas a Vovó Petralha não.
O dela está na reta e estará cada vez mais a cada novo escândalo que o fogo amigo utilizar para por a imprensa para trabalhar. 7 ministros no olho da rua e 3 na bica de levar um pé no traseiro aguardando na fila. Pesquisas indicando que a população já não avalia mais como positivo 6 de 9 itens pesquisados. A economia mundial, dando sinais claros de que foi importada, vai afetando a economia globalizada da recém eleita 6ª economia mundial, guindada à este posto pelo fracasso dos governantes da terra dos Beatles. Uma hora o bicho vai pegar.
O país está parado. O governo trabalha para pagar a herança maldita deixada pelo Pinguça. Não se investe em nada de importante no país. Quando se investe, uma parte considerável é roubada pelos bezerros e coelhos que mamam nas tetas de uma enfraquecida viúva.
O país comporta-se como um Titanic pré-desastre. Festas e salamaleques, tilintar de taças do bom champanhe Frances, candelabros italianos renascentistas a iluminar os convivas. Na hora que tombou para a esquerda, sim foi para ela, foi um deus nos acuda generalizado.
Este ano, será ano de eleições. Prefeituras e vereadores acirrarão a guerra que já rola na surdina. Tapa na cara de lá, tapa na cara de cá, veremos um show exclusivo de traições explícitas e ocultas. Será a glória do fogo amigo.
E uma hora ele, o fogo amigo, terá que furar o bloqueio da Vovó Petralha, enroscada na teia de incompetência que parece acompanhar sua trajetória na política, apesar de bem sucedida na clandestinidade do terrorismo covarde, quando foi considerada como uma Papisa da dinamite.
Cercada de águias da roubalheira institucionalizada, profissionais do conchavo, experts em "chantagismo" e traíras por natureza, a Vovó Petralha se enreda numa trama em que ela mesma se enfiou e também na que herdou do Pinguça, que era muito bem azeitada pelo alcoolismo político do homem que tinha licença para roubar e deixar roubar.
Olha-se em suas fuças, que ela parece meio que apavorada. Percebe-se em seus movimentos abirutados, que a Vovó Petralha está como rato preso em ratoeira. Quanto mais se mexe, mas sofre o pescoço guilhotinado.
2012 será sem dúvida o ano do petismo final.
Mesmo que se recupere da doença genética da esquerda vermelha assassina, o Pinguça Geral da Nação, não poderá se portar como o Pinguça de antes. Sua saúde combalida e o recheio de corticóides não permitirão que ele se porte como o serelepe de outrora. Sua saída emergencial da política, ao contrário do que supunham alguns, não lhe trouxe aquele benefício extraordinário imaginado pela quadrilha, que pretendia explorar sua condição atual nas campanhas eleitorais. Imaginava-se um séquito de fãs doentios plantados na porta do hospital, chorando copiosamente, com velas e cartazes de pronta recuperação com fizeram os malucos argentinos com o depósito ambulante de botox que se internou para a retirada de um câncer que não existia. Nada. Nenhum miserável cartazinho e nem velinhas acesas no canteiro do Sírio. Nem mesmo a claque paga pela grana oficial teve coragem de ir lá se portar como fã do Michael Jackson de Banânia.
Agora mesmo, na eleição da maior prefeitura do Brasil, berço do aborto da quadrilha, terra onde o Pinguça fez sua fortuna e seus conchavos, seu ungido patina entre a decepção e a desmoralização política de seu criador. Um fiasco para quem pretendia usar seu prestígio, vitaminado pela metástase, para repetir a dose do xarope Vovó Petralha que conquistou a presidência do Brasil.
A Vovó Petralha, cercada de lobos carniceiramente maus, vai perdendo a cada dia que passa, um naco importante de uma autoridade que lhe é conferida pelo cargo que ocupa e não por sua figura. A hora em que a liturgia do cargo, que impõe o respeito necessário e exigido, for jogada para o lado ou devidamente ensacada no lixo, a batata da Vovó Petralha vai começar a assar.
Os carniceiros de plantão estão só esperando o melhor momento de acender a assadeira. E algo me diz que começará em 2012.
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Última atualização em Seg, 16 de Janeiro de 2012 15:18 |
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Opinião do Site
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Postado por Manoel Santos
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Dom, 15 de Janeiro de 2012 11:21 |
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Kassab, mais uma vez, está na mídia.
Desta vez, por um fato inusitado:
Caiu de vez, a máscara que escondia as verdadeiras intenções de Kassab, dos motivos que levaram à criação do PSD e dos correligionários que seguiram com ele.
Independentemente da atuação desastrada de Rodrigo Maia à frente da legenda, motivos pessoais levaram Kassab e um grupo a saírem do DEM. MOTIVOS PESSOAIS, isto é, projetos pessoais dentro da política.
Ao se oferecer para indicar um vice para o candidato da quadrilha, Kassab revela que sabe que não tem a força política que acreditava ou acredita ter, para fazer o seu sucessor na mais importante capital do país. Kassab foi eleito pela força de Serra. Agora quer eleger seu sucessor ajudado por uma pretensa força do Pinguça.
Ao justificar sua saída do DEM, Kassab foi claro:
Estava descontente por ser puramente oposição. Queria poder ajudar o governo, sempre que achasse justo, ou necessário e usava para isso, o pífio argumento da atitude republicana, como defende o garanhão mineiro, de votar projetos de interesse de estados e municípios sempre que o benefício viesse para um destes dois, não importando se o projeto fosse da lavra do governo. Balela. Kassab, já naquela época, demonstrava sinais de adesismo ao governo.
Nenhum partido que assuma a presidência do país pode, por razões políticas, abandonar um estado como São Paulo ou uma cidade como São Paulo, independentemente do fato de ser governada ou não por um partido de oposição. E a razão para isso é simples: AS ELEIÇÕES e os interesses que ela movimenta.
Ao sair correndo para lamber o saco da quadrilha, oferecendo um vice para seu candidato, Kassab mostra que sabe que não tem a força política necessária para influir decisivamente na escolha que será feita pelo povo de São Paulo. Será a primeira derrota do novo partido em uma eleição importante como a da prefeitura de São Paulo.
A atuação desastrada do tal "novo líder", ora balançando para uma já quase totalmente descartada candidatura de Serra para a prefeitura, ora lambendo os bagos do candidato da quadrilha, vão se refletir negativamente na atuação do cabo eleitoral Kassab.
A Arka de Kassab não tem nomes expressivos. Afif teve uma votação espetacular para deputado. Não significa dizer que terá também, como candidato à prefeito. São duas coisas totalmente distintas, e vários são os exemplos à disposição para desmentir esta teoria. Cito como exemplo o senador Aloísio Mercadante que foi eleito para o senado com 10 milhões 497 mil e 348 votos e na disputa ao governo de São Paulo com Alckmin obteve 8.016.866 votos. 2 milhões e 495 mil votos a menos. Quer mais um? Aloísio Nunes Ferreira, eleito com mais de 11 milhões de votos, a maior VOTAÇÃO DA HISTÓRIA PARA O SENADO, e está patinando entre 3 e 4% como candidato à prefeitura de Sampa. Como disse certa vez um velho "filósofo brasileiro" uma coisa é uma coisa e outra coisa é outra coisa.
Fora isso, está a avaliação negativa de sua atuação como prefeito, após 8 anos à frente da prefeitura.
O fato é que Kassab e o seu PSD ainda não representam nada em termos políticos. Nem em São Paulo, berço de seu nascimento, nem em qualquer outro lugar. Talvez uma exceção seja Raimundo Colombo. Pode vir a representar? Pode. Em uma eleição tudo é possível, inclusive a derrota e a diminuição do número de parlamentares que integram um partido. A constatação óbvia é que para se viabilizar politicamente, Kassab está levando sua Arka, para um lado perigoso da política em relação ao eleitor. O de ser um partido oportunista que pensa em seus quadros e não defende o que pensam os eleitores sobre o partido e o que eles esperam dele.
A política brasileira está se tornando tão rastaquera, que fica cada dia mais difícil acreditar em um partido ou em um político.
Pelo andar desse trem, o próximo prefeito de Sampa será ou Chalita ou Haddad, por absoluta falta de opções.
Isso se deve à absoluta falta de competência do PSDB e ao retrato do oportunismo de Kassab, com sua visão caolha do momento. Talvez, os candidatos mais votados de São Paulo em 2012, sejam o Sr Voto Nulo e a senhora Abstenção.
Uma pena.
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Opinião do Site
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Postado por Manoel Santos
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Dom, 15 de Janeiro de 2012 09:52 |
Repararam que não postei no site nenhuma notícia sobre a Cracolândia em São Paulo? E o fiz propositalmente. Coisas deste tipo me causam certa dose de nojo.
Mas antes de emitir minha opinião sobre a Cracolândia, permitam-me rebuscar um passado não muito distante.
No dia 23 de julho de 1993, aconteceu aqui no Rio de Janeiro, o episódio que a imprensa rotulou como a "CHACINA DA CANDELÁRIA". 6 menores e 2 adultos morreram pelas mãos de PMs. Detalhes:
A Candelária foi cercada pela PM. Havia mais de 70 pessoas, entre menores e adultos, que compunham o grupo cercado. Sigamos.
Se você fizer uma pesquisa pelo Google, poderá observar milhares de descrições "românticas" sobre o episódio.
ANTES DE MAIS NADA: NÃO ESTOU FAZENDO A DEFESA DA VIOLÊNCIA, NEM JUSTIFICANDO-A.
Estou apenas relatando fatos, que você vai suar um bocado para encontrar entre os resultados mostrados na pesquisa do Google sobre a chacina.
No dia anterior à chacina da Candelária, um desembargador aposentado de 78, foi barbaramente espancado e assassinado à facadas por estes pequenos heróis da Candelária, após sacar pequena quantidade de dinheiro de uma agência do Banco do Brasil, situada na rua 1º de Março, próxima à Candelária.
Também no dia anterior, a polícia foi chamada para conter um grupo deles que davam tiros para o ar, por volta das 8hs da noite, assustando donos e freqüentadores de bares e restaurantes localizados em ruas próximas.
Alguns meios de comunicação aventaram a hipótese de terem sido estes fatos, os desencadeadores da chacina que vitimou 6 menores e dois adultos.
Daquele grupo de mais de 70 pessoas que infernizavam a Candelária, praticando assaltos e arrastões pelo comércio local, muitos fecharam suas portas em virtude disto, dois personagens ficaram famosos.
Wagner dos Santos que hoje vive na Suiça e Sandro Barbosa do Nascimento que desencadeou o "Sequestro do Ônibus 174".
Se você fez a pesquisa no Google vai constatar que as versões românticas sobre o episódio não narram o inferno que era a Candelária a partir das 18hs da noite e varavam a madrugada. Tudo sob a alucinação da Cola de Sapateiro.
Até a ocorrência da chacina, nenhum órgão representante da justiça, tomou qualquer providência em relação às pessoas que reclamavam seu pleno direito à segurança, tanto pessoais quanto de seus negócios e moradias.
Ninguém procurou atender às reivindicações dos "utilizadores" do local. O silêncio e o descaso foi total.
Na Cracolândia de São Paulo, o componente é o CRACK, que qualquer idiota sabe, é milhões de vezes mais alucinógeno e perigoso que a "romântica" cola de sapateiro. E neste episódio se comete o mesmo erro cometido pelos vários organismos, imprensa, ministério público, justiça, que foi cometido no episódio da Candelária.
Os verdadeiros interessados, prejudicados que são, não foram e não estão sendo ouvidos agora. Em São Paulo, não ocorreu chacina. A chacina que se está cometendo em São Paulo é a atuação caolha de grupelhos que agora saem em defesa de drogados e traficantes.
Essa palhaçada de churrasco em homenagem a bandidos é um acinte à população ordeira, que paga impostos é que é a verdadeira vítima da Cracolândia.
O uso de entorpecentes é uma escolha, assim como é também uma escolha não usar. Quem escolhe usar a droga passa, automaticamente, para o outro da lado da Lei e é para eles que ela foi feita. Uma pessoa de bem não vai presa por ser honesta e correta em sua vida. Vai preso quem descumpre o que diz a lei.
A atuação do Ministério Público de São Paulo chega a ser vergonhosa diante da situação. Em momento algum se preocupou em saber o que pensam as pessoas de bem afetadas pela Cracolândia. Tomou partido de drogados, viciados e, paralelamente, dos criminosos que traficam a droga.
Resta por fim, os desgraçados escravos da droga. Trata-se de um problema social grave que as autoridades estão deixando ao acaso. Sem a retirada compulsória destes doentes da droga de locais públicos, sejam eles menores ou adultos, e talvez seja esta sua última chance de abandonar o vício, tudo vai permanecer como está.
É hora também de se rever a posição da justiça diante de menores envolvidos com drogase traficantes. Na Rocinha, recentemente ocupada pela UPP fajuta de Cabral, muitos dos SEGURANÇAS DE NEM, o taficante manda-chuva do local, eram feitas por menores portando fuzis Fall, ou metralhadoras Ina ou Pistolas de última geração. São aspirantes a bandidos que devem ser retirados compulsóriamente do seio da sociedade até para lhes dar uma chance de, maiores de idade, integrarem o corpo de uma sociedade padrão, onde o cumprimento do que diz a Lei é a premissa básica de convivência.
O Crack continuará destruindo vidas, os traficantes ganhando fortunas com a desgraça deles, a justiça servindo de abrigo para criminosos e, no meio disso tudo, uma sociedade "honesta, trabalhadora e PAGADORA DOS IMPOSTOS QUE ENCHEM OS BOLSOS DE REPRESENTANTES DO JUDICIÁRIO COM SEUS ALTOS SALÁRIOS, vai continuando refém de bandidos, viciados ou não, que assaltam, roubam e aporrinham o juízo de quem optou por seguir o que determina a Lei.
O resto da história é romantismo cretino para gerar manchetes de jornais e acabar servindo de pano de fundo para disputas políticas. Eles se esquecem que estes traficantes e viciados não usam de seu direito de voto, por que a droga e a clandestinidade lhes impedem. E nem representam a maioria ordeira do país.
Esta sim, digna de ser defendida pela justiça, por seus parlamentares e pela imprensa.
Convido estes senhores a irem lá na Cracolândia ouvir estes "excluídos". Perguntem o que eles acham da Cracolândia e como se sentem diante da parcialidade da justiça.
É o mínimo a ser feito por estes candidatos a DEFENSORES DA TAL SOCIEDADE CIVIL ORGANIZADA.
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Última atualização em Dom, 15 de Janeiro de 2012 12:43 |
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