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Vovó Petralha: Uma biruta em apuros. PDF Imprimir E-mail
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Opinião do Site
Postado por Manoel Santos   
Seg, 16 de Janeiro de 2012 14:22
dilma-mauA Vovó Petralha não tem, como LuLLa, permissão nem para roubar nem para deixar que "róbem", como diz aquele caipira fantasiado de guerrilheiro de Jeca Tatu das planícies.

O Pingula Geral da Nação tinha uma espécie de cheque em branco dado pela imprensa comprada, vendida, amiga, opositora responsável, a cagona e a alienada que morrem de medo de bater no Pinguça.

Talvez por que eLLe seja meio barraqueiro e tenha atrás de si um séquito de pelegos profissionais incrustados nas regalias do sindicalismo ongueiro e profissional que mama nas tetas do governo.

O certo é que mesmo que todas as evidências do crime batam em seu traseiro, todos correm para por o próprio traseiro na reta para que o traseiro alcoolizado não pegue o merecido fogo.

Mas a Vovó Petralha não.

O dela está na reta e estará cada vez mais a cada novo escândalo que o fogo amigo utilizar para por a imprensa para trabalhar.
7 ministros no olho da rua e 3 na bica de levar um pé no traseiro aguardando na fila.
Pesquisas indicando que a população já não avalia mais como positivo 6 de 9 itens pesquisados.
A economia mundial, dando sinais claros de que foi importada, vai afetando a economia globalizada da recém eleita 6ª economia mundial, guindada à este posto pelo fracasso dos governantes da terra dos Beatles.
Uma hora o bicho vai pegar.

O país está parado.
O governo trabalha para pagar a herança maldita deixada pelo Pinguça.
Não se investe em nada de importante no país.
Quando se investe, uma parte considerável é roubada pelos bezerros e coelhos que mamam nas tetas de uma enfraquecida viúva.

O país comporta-se como um Titanic pré-desastre.
Festas e salamaleques, tilintar de taças do bom champanhe Frances, candelabros italianos renascentistas a iluminar os convivas.
Na hora que tombou para a esquerda, sim foi para ela, foi um deus nos acuda generalizado.

Este ano, será ano de eleições.
Prefeituras e vereadores acirrarão a guerra que já rola na surdina.
Tapa na cara de lá, tapa na cara de cá, veremos um show exclusivo de traições explícitas e ocultas.
Será a glória do fogo amigo.

E uma hora ele, o fogo amigo, terá que furar o bloqueio da Vovó Petralha, enroscada na teia de incompetência que parece acompanhar sua trajetória na política, apesar de bem sucedida na clandestinidade do terrorismo covarde, quando foi considerada como uma Papisa da dinamite.

Cercada de águias da roubalheira institucionalizada, profissionais do conchavo, experts em "chantagismo" e traíras por natureza, a Vovó Petralha se enreda numa trama em que ela mesma se enfiou e também na que herdou do Pinguça, que era muito bem azeitada pelo alcoolismo político do homem que tinha licença para roubar e deixar roubar.

Olha-se em suas fuças, que ela parece meio que apavorada.
Percebe-se em seus movimentos abirutados, que a Vovó Petralha está como rato preso em ratoeira. Quanto mais se mexe, mas sofre o pescoço guilhotinado.

2012 será sem dúvida o ano do petismo final.

Mesmo que se recupere da doença genética da esquerda vermelha assassina, o Pinguça Geral da Nação, não poderá se portar como o Pinguça de antes.
Sua saúde combalida e o recheio de corticóides não permitirão que ele se porte como o serelepe de outrora.
Sua saída emergencial da política, ao contrário do que supunham alguns, não lhe trouxe aquele benefício extraordinário imaginado pela quadrilha, que pretendia explorar sua condição atual nas campanhas eleitorais.
Imaginava-se um séquito de fãs doentios plantados na porta do hospital, chorando copiosamente, com velas e cartazes de pronta recuperação com fizeram os malucos argentinos com o depósito ambulante de botox que se internou para a retirada de um câncer que não existia.
Nada.
Nenhum miserável cartazinho e nem velinhas acesas no canteiro do Sírio.
Nem mesmo a claque paga pela grana oficial teve coragem de ir lá se portar como fã do Michael Jackson de Banânia.

Agora mesmo, na eleição da maior prefeitura do Brasil, berço do aborto da quadrilha, terra onde o Pinguça fez sua fortuna e seus conchavos, seu ungido patina entre a decepção e a desmoralização política de seu criador.
Um fiasco para quem pretendia usar seu prestígio, vitaminado pela metástase, para repetir a dose do xarope Vovó Petralha que conquistou a presidência do Brasil.

A Vovó Petralha, cercada de lobos carniceiramente maus, vai perdendo a cada dia que passa, um naco importante de uma autoridade que lhe é conferida pelo cargo que ocupa e não por sua figura.
A hora em que a liturgia do cargo, que impõe o respeito necessário e exigido, for jogada para o lado ou devidamente ensacada no lixo, a batata da Vovó Petralha vai começar a assar.

Os carniceiros de plantão estão só esperando o melhor momento de acender a assadeira.
E algo me diz que começará em 2012.

Última atualização em Seg, 16 de Janeiro de 2012 15:18