Campanha

#AbortoNão

Translate To:

Logar na Comunidade



Pesquisa

Como você avalia o governo da Arrumadeira Geral da Nação?
 

Feed Gente Decente

 Assine nosso Feed

Facebook

TweetAuditor

Siga-nos no Tweeter

Com TweeterFedd

Nós no Tweeter

Quem está Online

Nós temos 658 visitantes e 1 membro online

Contador de Visitas

mod_vvisit_countermod_vvisit_countermod_vvisit_countermod_vvisit_countermod_vvisit_countermod_vvisit_countermod_vvisit_counter
mod_vvisit_counterHoje3874
mod_vvisit_counterOntem6141
mod_vvisit_counterEsta semana39359
mod_vvisit_counterÚltima semana40777
mod_vvisit_counterEste mês132977
mod_vvisit_counterÚltimo mês222295
mod_vvisit_counterTotal3017563

Últimos Comentários

A morte como cartão de visitas PDF Imprimir E-mail
Avaliação do Usuário: / 0
PiorMelhor 
Opinião do Site
Postado por Manoel Santos   
Sáb, 21 de Janeiro de 2012 09:24
morte_small1No dia 23 de fevereiro de 2010 falecia no Hospital Hermanos Almeijeiras, aos 42 anos de idade e depois de quase três meses de protesto pelas condições na prisão e pelo seu estatuto de preso político, o dissidente Orlando Zapata Tamoyo.

Ontem fez 10 anos da morte de Celso Daniel, sem que os verdadeiros culpados tenham sido punidos.

Dia 31 deste mês, a Vovó Petralha chega em Cuba, assim como o Cachaceiro Mor do Brasil chegou em Cuba no dia da morte de Zapata, ela chega no dia da missa de 7º dia de Wilman Villar Mendoza, de 31 anos que morreu este semana na prisão, após submeter-se a uma greve de fome de 56 dias.

3 mortes significativas no caminho da quadrilha.

Enquanto Zapata e Mendoza representam exemplos mais que significativos da tal democracia cubana, aquele outro mundo possível sonhado e idolatrado pela esquerda vermelha sanguinária e assassina, Celso Daniel expõe os intestinos da forma de agir dos nossos "democratas" assassinos tupiniquins.

Durante sua visita aos ditadores assassinos, o Pinguça Geral da Nação, com aquela sua superioridade de lixeira, condenou a greve de fome feita por Zapata, mas silenciou sobre os motivos que levaram Zapata a se auto-eliminar.

O cínico líder da luta pela democracia brasileira, agora repleta de liberdades e oportunidades, não emitiu uma só palavra pela mesma luta por liberdade e democracia que "reina em Cuba", representada pelo ato de auto-destruição cometido por Zapata.

Cuba é um inferno.

O Brasil, apesar de nossas falhas gritantes e de nossas mazelas, torna-se um exemplo de democracia quando comparado àquela que se pratica na ilha-inferno pelos irmãos Castros.

A morte de Celso Daniel expõe as vísceras da "ambígua defesa" pela democracia que é feita por esta corja de bandidos.

Enquanto que lá no inferno cubano os dissidentes seriam os LuLLas da revolução de 64 ocorrida no Brasil, aqui os LuLLas e seus seguidores personificam a figura de gente como Chê e os próprios Castros assassinando quem deLLes divergem.

Zapata e Mendoza seriam novos Che e Fidel se o regime cubano fosse uma democracia tipo a americana.
Como a democracia de Cuba é a ditadura de uma esquerda que já pôs milhões de "dissidentes" nas covas, eles passam a ser bandidos que odeiam a democracia.

Celso Daniel levou para o túmulo os verdadeiros motivos de seu assassinato. Mas não é difícil identificá-los.
Todo mundo sabe do que realmente aconteceu em Campinas.

Celso Daniel, como todos aqueles que ocupam cargos executivos na estrutura de poder do governo, desviava dinheiro para sustentar a quadrilha.
Morreu por que iria denunciar ladrões que roubavam o dinheiro que era roubado para encher os cofres da quadrilha.

Gravações e entrevistas relembraram os fatos guardados nos escaninhos da história da morte do prefeito.
Diálogos de bandidos preocupados por ver a possibilidade de vir à público a lama em que chafurdavam a elite da quadrilha.

Era preciso "justiçar" o traidor da causa.
Era preciso e urgente, eliminar o "espião" que ameaçava expor o roubo por ele conduzido e que era levado em malas até os abarrotados cofres socialistas da cúpula da quadrilha.

Celso Daniel não é, nem com muita benevolência, um Zapata ou um Mendonza.

Ele é, antes de mais nada, o exemplo claro dos métodos de atuação praticados na ilha inferno de Cuba e adotados pela cambada que segue os princípios "democráticos" sugeridos pelos dois assassinos cubanos.
Princípios democráticos estes que já levaram para a cova 8 possíveis "historiadores" dos métodos petistas de agir.

A visita da Vovó Petralha à ilha inferno comandada com mãos de ferro pelos assassinos Castros sugere uma afronta à democracia, um atestado claro e insofismável da escolha feita por este bando ao tipo de democracia que perseguem.

A democracia que mata companheiros e inimigos em nome de uma causa e a democracia que permite que eles cheguem ao poder sem a necessidade de que pessoas sejam cruelmente assassinadas por simplesmente discordarem.

A mulher que brevemente chegará na ilha inferno dos Castros não será a presidente de uma nação democrática.
Será a "Estela" ou "Wanda" ou "Luiza" ou "Patrícia" que se regozijará com seus mentores de guerrilha.
Será um flash back de um passado recente que carrega em algumas páginas de sua história o assassinato de um jovem de apenas 18 anos.
Será uma visita do tipo saudosista.

Uma simples reunião de companheiros que, em nome de uma causa assassina, jogaram no lixo as mais simples bases de uma democracia.
Não haverá cobranças.

A causa que os une é a morte da democracia.

Morte, esse é o cartão de visitas que será trocado em Cuba.