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Aborto é papo de assassino. PDF Imprimir E-mail
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Opinião do Site
Postado por Manoel Santos   
Dom, 12 de Fevereiro de 2012 14:06
feto-evoluaoJá me posicionei aqui sobre o que penso acerca do aborto.
Porém, não custa repetir opiniões sobre esse importante tema, mesmo que seja a deste ilustre desconhecido.

 

SOU CONTRA.

RADICALMENTE CONTRA.

Exceto para os casos previstos na LEI (Violência sexual) e, mesmo assim, se este for o desejo da vítima.

Mulher nenhuma, mesmo sendo uma prostituta, que vive uma situação de violência sexual, pode ser obrigada a carregar dentro de si, uma VIDA que não teve a sua expressa concordância para existir.
E é só.

Encaro esta situação, da mesma forma como encaro o fato de que alguém tire a vida de outro ser humano para praticar o que a LEI chama de LEGÍTIMA DEFESA.

O tema voltou a ser discutido pela opção do governo de escalar como ministra das mulheres, uma ferrenha defensora da prática de crime contra a vida, isto é, o aborto, afirmando, até com certo orgulho, já ter cometido por duas o mesmo crime.
Não vou entrar pelo prisma religioso.
Prefiro me ater à própria natureza.

Excetuando-se a violência do estupro, a relação sexual entre um homem e uma mulher tem lá suas razões de ser.
Não acredito que a desinformação seja a principal culpada pelo número expressivo de jovens grávidas.
Todos os temas de interesse da população estão nas redes sociais e na internet como um todo, além de estarem presentes nos próprios papos da criançada seja em festinhas, seja nos intervalos das escolas.

Nem mesmo o fato de não terem acesso à internet em suas casas serve como desculpa para a não informação e a troca de papos e fofocas que sempre existem. Aí estão as lan houses sempre cheias deles.

Independente deste fator, está a relação familiar que, mesmo esgarçada, tem parâmetros bem definidos sobre o assunto. Haja vista as pesquisas que atestam que mais de 90% dos brasileiros são contra a prática do aborto.

Hoje, e isso não é segredo para ninguém, garotinhas de 13 ou 14 anos tem mais horas de cama do que de escola.
No meu pobre ponto de vista, falta educação e orientação para essa população que não tem consciência dos problemas trazidos por uma gravidez dita indesejada.

Como disse, não vou me ater ao aspecto religioso, prefiro abordar o tema pela lógica que nos é imposta pela própria natureza.

Na foto ao lado, podemos presenciar a evolução de um feto a partir da quarta semana após a fecundação.

Mas é a partir da 1ª semana, que se pode afirmar com certeza a gravidez.
Nesta fase, colocando-se o feto em uma mesa para investigação, a ciência já tem possibilidades concretas e indiscutíveis de identificar, entre milhares de outros seres humanos, os únicos dois responsáveis pela fecundação que originou o feto.

Começamos então a ter direito de perguntar.

1) Pode o espermatozóide de um cão fecundar o óvulo de uma mulher?

2) Pode o óvulo de uma mulher ser fecundado pelo espermatozóide de um elefante?

A resposta para as duas perguntas é NÃO.

A fecundação dos óvulos é, como se diz na ciência, INTRAESPECÍFICA. Isto é, entre seres da mesma espécie.
O QUE NOS LEVA À CONSTATAÇÃO ÓBVIA QUE, JÁ NA PRIMEIRA SEMANA DE UM FETO, ESTÁ PRESENTE ALI, O COMEÇO DE UMA VIDA.

Bom, somada a informação inicial de que a partir da 1ª semana é possível se identificar as origens do óvulo fecundado e que a fecundação é intraespecífica, chega-se à mais uma óbvia conclusão de que ali esta presente um "herdeiro genético" de um casal de SERES VIVOS e, portanto, já existe vida naquela massa ainda disforme de células.
Se assim é, a vida está presente já na primeira semana após a fecundação.
E, se existe vida, interromper a gravidez é o exemplo claro de assassinato de um ser humano.


E quem teve a oportunidade de viver intensamente cada momento de uma gravidez pode testemunhar a mágica encantadora que nos proporciona cada dia desse milagre da vida que somente às mulheres compete.

A barriga crescendo, os primeiros movimentos, a transformação lenta do corpo que desejamos, a alegria do primeiro choro, dos primeiros passos, da primeira palavra dita de modo confuso, o primeiro diploma, o primeiro neto.
Quem teve a oportunidade de viver cada um destes momentos não pode, de nenhuma forma, ser a favor da exterminação de uma vida.

Vejam a figura do lado direito.Feto

Trata-se de um feto de 11 semanas que, após o aborto, foi jogado pela janela e acabou caindo em cima do pára-brisas de um carro.

O que representa esta imagem senão a prática de um crime hediondo contra a vida?

O que poderia ter sido esta criança?
Um ilustre cientista?
Um renomado pesquisador?
Um simples e honesto trabalhador?
Um presidente da república?
Um novo Messias?

Agora, não saberemos mais. Não lhe foi dada a oportunidade da vida.

Por que, em vez de defender a prática de um crime, dizendo ser este um legítimo direito da mulher, estes grupos que defendem o assassinato de vidas inocentes, que não tem como exercer o legítimo direito de defesa, não defendem a educação das meninas e meninos que ainda estão na fase anterior à capacidade de procriação?

Por que não se desenvolve, com seriedade, planos educacionais obrigatórios para informar, sem ideologias e concepções baratas e criminosas, como se evitar a gravidez indesejada?

Por que, em vez de fomentar a perversão do homossexualismo através de caras, agressivas e abjetas campanhas promocionais, não se faz a coisa certa orientando pais e professores, através de massivas campanhas educacionais nos meios de comunicação para ensinar às nossas crianças os infortúnios de uma gravidez indesejada?

Por que deixar que nossas crianças engravidem para que se defenda o direito de se cometer um crime contra a vida de um inocente, em nome da pretensa liberdade da mulher?

A ciência tem avançado sobremaneira, nos métodos de prevenção.

Hoje os meios são fartos, baratos e, portanto, acessíveis à qualquer integrante das classes sociais.
Não se justifica então, que haja falta de informação, esta sim, um verdadeiro crime que se comete com nossos jovens.

Estas e outras absurdas teorias que tentam, se escondendo em frases de efeitos, como a que usa o termo "intimidade intergeracional" ( linda expressão, não? ) para defender a pedofilia, não representam simples exemplos de teorias absurdas paridas da cabeça de pessoas ditas normais.

Elas são exemplos claros de mentes doentias e assassinas que, além de não prezarem a vida de quem quer que seja, não guardam, entre seus valores, o princípio da DIGNIDADE HUMANA.

A aborto, assim como a pedofilia, não se justificam em qualquer dos argumentos que usam.

É papo de assassinos e deveria ser considerado como CRIME HEDIONDO e a SOCIEDADE TEM QUE REAGIR AO CRIMINOSOS QUE DEFENDEM O EXTERMÍNIO DA VIDA.

Última atualização em Seg, 13 de Fevereiro de 2012 15:05