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Sex, 03 de Fevereiro de 2012 18:19 |
Yoani Sanches acabou de postar em seu tweeter:
"#cuba No hay sorpresas. Me vuelven a negar el permiso de salida. Es la ocasion # 19 en que me violan el derecho a entrar y salir de mi p ... "
E mais essa:
“#cuba Agradezco a todos los que tuvieron la esperanza de que esta vez lo lograria. Gracias ... pero soy una prisionera :-"
Como afirmamos aqui.
A palhaçada da concessão do visto para livrar a cara da Eliza cubano-brasileira e a verdade estarrecedora:
CUBA É IM INFERNO GOVERNADO POR CAPETAS SUBSTITUTOS.
E há quem defenda esse lixo.
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Qui, 02 de Fevereiro de 2012 07:55 |
Blogueira cubana se diz ?decepcionada? com Dilma GABRIEL MANZANO - Agência Estado
De Havana, onde edita seu blog Generación Y, a dissidente cubana e colunista do Estado Yoani Sánchez disse ontem, à rádio Estadão ESPN, que está "decepcionada" com a atitude da presidente Dilma Rousseff de evitar o debate sobre direitos humanos em sua passagem por Cuba. "Foi uma pena, uma oportunidade perdida", afirmou Yoani, que uma semana antes recebeu da mesma Dilma a autorização para vir ao Brasil. "Teria sido um bom momento para um gesto diplomático e solidário com os cidadãos, não só com o governo", afirmou a dissidente.
Na entrevista por telefone, Yoani revelou que deve sair amanhã a resposta do governo de Cuba ao pedido para viajar para o Brasil. Ela é aguardada no dia 10 em Jequié, na Bahia, onde estreará um documentário em que ela aparece como personagem.
Até agora, segundo contou, ela fez 18 tentativas de sair da ilha, todas negadas. "Se a resposta sair, será agradável. Mas é claro que não estou esperando uma resposta para me exilar. Quero conhecer o Brasil e voltar."
A dissidente lamentou que, no fim das contas, os "mais céticos? tiveram sua expectativa confirmada: "Eles diziam que eu não deveria alimentar ilusões, que Dilma não tocaria em nenhum tema delicado e difícil".
Yoani definiu como "absurdo migratório" o ritual vivido por cubanos que querem viajar para o exterior. "É preciso pedir uma autorização para sair e para entrar - Cuba é o único país do Ocidente onde isso ocorre." E as autoridades ainda exigem "uma carta branca para entrar em um avião, mesmo tendo o passaporte valido e o visto".
Bom sinal Para Yoani, foi um "bom sinal" a decisão de Raúl Castro de limitar a dez anos o tempo das autoridades em cargos públicos na ilha. "Mas isso nada muda para sua pessoa, pois ele poderá governar até 2018, quando já estará incapacitado para o poder. As novas regras, em seu caso, só valerão para o sucessor", avaliou. A blogueira considera mínimo o efeito político dessa medida dentro de Cuba. E, completou, as medidas de flexibilização da economia "vão numa lentidão exasperante e têm pouca profundidade".
Perguntada sobre as chances de haver democracia em Cuba, a dissidente mostrou-se realista, mas otimista. Por um lado, admitiu que "não se avançou nada na direção do direito dos cidadãos". O regime precisa introduzir mudanças "porque a situação econômica e social assim o exige", mas fica numa corda bamba, agindo cautelosamente e sabendo que a limitação em tais mudanças "pode lhe custar o poder". Por isso, acrescentou, o clima é de poucas expectativas com as reformas.
Sobre a situação dos dissidentes, Yoani afirmou que "uma mudança interessante ocorreu nos últimos três anos", com a chegada da internet e do Twitter. "E o próprio governo cubano está sendo obrigado, também, a conviver com uma sociedade civil - ainda em estado embrionário, mas que está avançando."
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Ter, 31 de Janeiro de 2012 13:10 |
por Yoani Sanches
Carretilleros
Cada cierto tiempo, aparece una nueva campaña en nuestros medios informativos, alguna ofensiva contra cierto fenómeno social u económico. Por estos días, la acometida va dirigida a los carretilleros, esos vendedores de frutas y vegetales que trasladan su mercancía en un triciclo u otro artilugio con ruedas. Los periodistas oficiales aducen que tales comerciantes funcionan bajo la ley "capitalista" de la oferta y la demanda, en lugar de poner precios más accesibles para los consumidores. Critican también el hecho de que ofrezcan sus productos por unidades y no por libras o kilogramos, lo cual les da margen para los importes inflados. Aunque se trata de un problema que nos daña a todos, no creo que sea con llamados a la conciencia del vendedor que vayamos a solucionarlo.
El carretillero es por demás quien mantiene abastecidos los barrios carentes de mercados agrícolas y especialmente en los horarios cuando estos están cerrados. En los precios de sus mercancías se incluyen también –aunque la TV oficial no lo reconozca- el tiempo que se ahorra el cliente que ya no necesitará trasladarse o hacer las largas colas de un "agro estatal". Para la mayoría de las mujeres trabajadoras, que llegan a casa después de las cinco a inventar un plato de comida, el pregón de "¡Aguacate y cebolla!" gritado en su puerta es una salvación. Resulta cierto que el costo de ninguno de estos productos guarda relación con los salarios, pero tampoco se pudren en esas tarimas rodantes por falta de compradores. El hecho de que alguien deba trabajar dos días para comprar una calabaza no es expresión de la desmesura del vendedor, sino de lo paupérrimo de los sueldos.
Sorprende, por ejemplo, que los preocupados reporteros del noticiero estelar no la emprendan contra los excesos de las tiendas en pesos convertibles, donde para adquirir un litro de aceite alguien debe gastar todo lo ganado en una semana de trabajo. La diferencia entre los carretilleros y esas tiendas recaudadoras de divisas es que los primeros son cuentapropistas mientras las segundas son propiedad del Estado. Así que nunca veremos un reportaje denunciando el elevadísimo por ciento que se le suma a los costos de importación o producción de un alimento para ofertarlo en las llamadas shoppings. Porque es mejor buscar un chivo expiatorio y explicar con su existencia la carestía y la grisura culinaria en la que estamos sumidos. Por el momento, la culpa la llevan los carretilleros. Así que corra usted hacia el balcón –ahora mismo- y véalos pasar por su calle, porque muy pronto puede ser que ya no estén.
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Sex, 27 de Janeiro de 2012 18:03 |
Fitch rebaixa ratings da Itália, Espanha, Bélgica, Eslovênia e Chipre Exame
A perspectiva de todos os países foi mantida como negativa, o que indica chance de pouco mais de 50% de um novo rebaixamento em até dois anos
A Fitch Ratings rebaixou nesta sexta-feira as notas de classificação de risco de crédito da Itália, Espanha, Bélgica, Eslovênia, Chipre e reafirmou a nota da Irlanda.
A perspectiva de todos países foi mantida como negativa, o que indica uma chance um pouco acima de 50% para um novo rebaixamento em até dois anos, disse a agência em nota.
A nota da Itália passou de A+ para A-, da Espanha de AA- para A, da Bélgica de AA+ para AA, da Eslovênia de AA- para A e de Chipre de BBB para BBB-. Enquanto a nota da Irlanda foi reafirmada em BBB+.
Segundo a Fitch, as ações balanceiam a deterioração acentuada da perspectiva econômica com as políticas nacionais para enfrentar os desequilíbrios fiscais e macroeconômicos e o sucesso inicial do programa de refinanciamento do Banco Central Europeu (BCE).
"No entanto, a intensificação da crise na zona do euro no último semestre do ano passado minaram a eficiência da política monetária do BCE e reforçaram os riscos de financiamento enfrentados pelos governos na ausência de um 'firewall' contra o contágio e crises de liquidez", ressalta o texto.
O anúncio da Fitch veio duas semanas após a concorrente Standard & Poor's ter rebaixado as notas de nove países europeus.
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Seg, 23 de Janeiro de 2012 22:27 |
Chávez tem entre 9 e 12 meses de vida, diz jornal Esforço para evitar metástase não teria tido sucesso, e presidente estaria com novo tumor REUTERS
RIO - O presidente venezuelano, Hugo Chávez, teria apenas entre nove e 12 meses de vida caso não seja submetido a um tratamento intensivo para câncer de próstata, segundo o jornal espanhol "ABC". O diário afirmou ter obtido um documento confidencial elaborado por informantes com acesso à equipe médica de Chávez. Segundo o documento, o venezuelano estaria negando a se submeter ao tratamento recomendado.
A informação foi negada pelo vice-presidente do Parlamento venezuelano, Aristóbulo Istúriz, que garantiu ter rido ao ler a matéria do jornal.
Segundo o jornal, os exames realizados pelo presidente no último dia 30 levaram os médicos a concluírem que sua saúde está se deteriorando rapidamente, e que já haveria metástase nos ossos e na espinha dorsal.
"A gravidade do seu estado foi confirmada no exame, que localizou um novo tumor cancerígeno de aproximadamente 2 x 1,5 milímetros no cólon", diz o jornal espanhol.
Segundo o documento, os próprios médicos teriam admitido que os esforços para impedir a metástase não foram bem sucedidos. Com a deterioração de sua saúde, Chávez poderia não viver tempo suficiente para concorrer nas eleições presidenciais marcadas para 7 de outubro. Ainda de acordo com o documento, o venezuelano está recebendo doses extras de calmantes e estimulantes para passar uma imagem de curado à população. Mas recusa um tratamento intensivo, que poderia aumentar sua esperança de vida.
- Eu vi, o "ABC", e rimos bastante porque o jornal insiste, mas estão vendo um Chávez ativo, que está trabalhando, que mostra ter saúde - disse Istúriz.
O presidente da Venezuela, de 57 anos, foi diagnosticado com câncer no fim de junho de 2011. Sem precisar exatamente ao público de que tipo de câncer sofria, passou por uma cirurgia em Havana para a retirada do tumor maligno e fez quimioterapia. No último dia 3, durante uma missa, disse se sentir curado.
Um fervoroso pedido para as bactérias progressistas:
Vem cá, não para deixar por menos? Uns cinco meses menos já tá de bom tamanho. E aí? Dá?
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Dom, 22 de Janeiro de 2012 21:03 |
Exilados pedem que Dilma cite direitos humanos em Cuba "Que ela vá a Cuba, desde que diga o que deve ser dito", diz presidente do Observatório de Direitos Humanos Em nota oficial, Havana afirma que dissidente morto após greve de fome era apenas um "preso comum" GUILHERME CELESTINO
A presidente do Observatório Cubano de Direitos Humanos, Elena Larrinaga, disse que os exilados cubanos vão pressionar a presidente Dilma Rousseff a tratar da questão dos direitos humanos em sua visita a Havana.
Na quinta-feira, o dissidente Wilman Villar morreu, depois de uma greve de fome de mais de 50 dias.
Larrigana, radicada em Madri, pedirá uma audiência com o embaixador brasileiro na capital espanhola para que ele interceda junto à presidente. A visita de Dilma ao país de Fidel Castro está marcada para o dia 31.
A expectativa da diplomacia brasileira é que a presidente não toque em temas relacionados aos direitos humanos publicamente.
De acordo com Larrinaga, "não será uma boa para a presidente Dilma Roussef, como não foi no caso de Lula, não falar sobre os direitos humanos em Cuba". Em 2010, o então presidente Luiz Inácio Lula da Silva visitou Cuba logo depois da morte do dissidente Orlando Zapata.
"Não quero que o governo use a imagem da presidente do Brasil para dizer que não está acontecendo nada em Cuba", completou Larriga.
Exilada em Madri desde 1997, ela cobra uma atitude de Dilma em defesa dos direitos humanos.
"Eu acho bom que ela vá a Cuba, desde que ela diga o que deve ser dito, como fez Jimmy Carter. Se você é forte o bastante, como o governo brasileiro é, pode dirigir algumas palavras aos direitos humanos, não precisa nem ir direto aos fatos [morte do dissidente], eles [o governo] vão entender a mensagem" disse.
REAÇÃO O governo cubano afirmou que Villar não era dissidente nem estava em greve de fome. Uma nota oficial divulgada ontem o qualifica como "preso comum".
A ONG Human Rights Watch condenou o regime cubano e pediu que coloque fim às ameaças a Maritza Pelegrino, viúva de Villar.
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Sáb, 21 de Janeiro de 2012 13:31 |
Livro desmonta Obama 'venerado' da eleição de 2008 Autor mostra presidente como líder fraco em meio a equipe disfuncional A ambiciosa agenda de mudanças de Obama é sequestrada pela facção Wall Street PATRÍCIA CAMPOS MELLO - DE SÃO PAULO
Sobra muito pouco do venerado Barack Obama da campanha de 2008 ao fim do livro de Ron Suskind, "Confidence Men" (Homens de Confiança, em tradução livre), publicado nos EUA, em 2011, pela editora Harper.
O livro é uma narrativa minuciosa sobre a reação da Casa Branca de Obama à hecatombe financeira que eclodiu em 2008. E o retrato que Suskind pinta não é bonito.
O presidente que se elegeu como a maior esperança de renovação da América emerge como líder fraco e hesitante, incapaz de tomar decisões firmes em meio a uma equipe disfuncional.
"Alguns assessores estão convencidos de que a inexperiência de Obama, especialmente administrativa, será sua ruína; em um momento de perigo, o presidente simplesmente não está pronto para enfrentar as exigências", diz o livro.
A ambiciosa agenda de mudanças de Obama é sequestrada pela facção Wall Street que tomou conta do governo, e a reforma do sistema financeiro acaba tímida.
No último instante da formação do governo, ele preteriu o chamado "Time A", que iria revolucionar a regulamentação do sistema financeiro e assustava a banca.
Era gente como o ex-presidente do Fed (o banco central americano) e decano das crises Paul Volcker, que pregava uma separação total entre os negócios de tesouraria dos bancos e os dos clientes.
Cercou-se de veteranos do governo Clinton e seguidores do ex-secretário do Tesouro Robert Rubin, que defendiam "ações delicadas para amparar um sistema bancário frágil". Tim Geithner, escolhido para o Tesouro, havia sido presidente do Fed de NY, quando ganhou intimidade de presidentes de bancos.
Larry Summers, escolhido para chefiar o Conselho Econômico Nacional, supervisionou a Lei Gramm-Leach-Bliley, de 1999, que essencialmente demoliu a Lei Glass- Steagall, da Grande Depressão, que impunha a separação entre bancos de varejo e bancos de investimentos.
Essa desregulamentação está por trás de grande parte dos abusos que levaram à crise de 2008.
Assim, as promessas de Obama de refundar o sistema financeiro deram lugar a uma política "hipocrática", como definia seu maior defensor, Geithner, de, "antes de tudo, não faça mal". Com isso, as medidas de maior impacto foram engavetadas.
Em um dos trechos mais polêmicos, Suskind narra como Geithner teria feito "corpo mole" em relação à ordem de Obama, no início de 2009, para reestruturar bancos "grandes demais para quebrar", como o Citigroup.
O secretário do Tesouro é caracterizado por um banqueiro como "nosso homem em Washington", por ter evitado mudanças mais drásticas no sistema financeiro.
BASTIDORES O texto de Suskind é truncado e é bom sempre ter um pé atrás com o chamado "jornalismo de acesso", cultivado com afinco pelo autor. Basicamente, quem conta muitas histórias de bastidores, sempre com a proteção do anonimato do "off the record", sai bem na fita.
Já quem se nega a dar muito acesso ao jornalista fatalmente acaba como vilão na história, porque seu lado não é abordado. Mas trata-se de um retrato valioso.
Fica claro que o presidente Obama, contrariando a frase de seu todo-poderoso primeiro chefe de gabinete, Rahm Emanuel, "deixou uma crise ser desperdiçada".
"Estávamos em um momento de grande vulnerabilidade, o presidente poderia ter exigido que fizéssemos qualquer coisa, nós teríamos obedecido; mas ele não pediu nada -acho que temos de agradecer a Tim (Geithner) por isso", diz um banqueiro citado no livro.
Ou seja, o presidente americano perdeu a chance de exigir mudanças profundas nos bancos, que potencialmente evitariam a próxima crise financeira.
CONFIDENCE MEN AUTOR Ron Suskind EDITORA Harper/HarperCollins QUANTO US$ 29,99 (528 págs.)
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Sex, 20 de Janeiro de 2012 07:38 |
Cuba é a sucursal do Inferno na terra. Fidel o substituto imediato do Capeta. Mas tudo isso não é realidade para a corja vermelha que vê naquela pocilga, o que eLLes chamam de outro mundo possível.
Guilhermo Farinas está preso novamente. Aquele mesmo que estava em greve de fome quando noço meliante Cachaceiro lá esteve e fez de contas que estava na Terra de Alice.
Ontem mais um dissidente cubano foi para o beléu. Morreu. Estava em greve de fome desde novembro de 2010 ao ser preso.
A Vovó Petralha vai cheirar os fundilhos dos Castros. Já tem um cadáver em seu caminho e uma Yonai a jogar pedras em seu telhado.
Dissidente cubano condenado a 4 anos de prisão morre em greve de fome AGÊNCIA EFE
O dissidente cubano Wilman Villar morreu nesta quinta-feira em um hospital da cidade de Santiago de Cuba após uma greve de fome iniciada na prisão ao ser condenado em novembro a quatro anos de reclusão, informaram à Agência Efe familiares seus e fontes da oposição interna.
Segundo Elizardo Sánchez, porta-voz da CCDHRN (Comissão Cubana de Direitos Humanos e Reconciliação Nacional), Villar, de 31 anos, pertencia desde setembro a um grupo chamado União Patriótica de Cuba, criado em meados de 2011 e liderado pelo ex-preso político José Daniel Ferrer.
Villar foi detido em 14 de novembro quando participava de um protesto desse grupo na localidade de Contramestre, onde vivia, e dias depois, segundo a CCDHRN, teve um "julgamento sumário" sob as acusações de desacato e atentado à autoridade, pelo que recebeu uma condenação de quatro anos de prisão.
O dissidente foi detido na prisão de Aguadores e lá iniciou uma greve de fome em protesto por sua condenação.
Familiares e fontes da oposição explicaram que sua saúde foi deteriorando-se progressivamente, e na última sexta-feira precisou ser levado ao Hospital Geral Juan Bruno Zayas, em Santiago de Cuba, onde faleceu no início da noite desta quinta-feira por infecção generalizada e pneumonia.
A CCDHRN considera que o governo de Cuba "tem toda a responsabilidade moral, política e jurídica" pela morte "evitável" de Villar, já que o dissidente se encontrava sob a custódia do Estado.
Elizardo Sánchez comparou este caso ao do preso político Orlando Zapata, que faleceu em fevereiro de 2010 após uma longa greve de fome na prisão.
Embora a condenação de Villar tenha sido motivada sob as acusações de desacato e atentado à autoridade, a CCDHRN considera que o mesmo estava preso por motivos políticos.
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Postado por Manoel Santos
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Ter, 17 de Janeiro de 2012 20:47 |
O Pôrra-louca canceroso de Caracas, em risco de perder as eleições e a vida ( ele ainda não está curado e dizem, não tem mais de 2 anos de vida, o que já é um verdadeiro azar do sofrido povo venezuelano ), resolveu reunir em sua próxima campanha todos os procuradores do Capeta ainda encarnados na terra, para comandar sua eleição.
É o que disse em seu Tweeter Alberto Ravell, jornalista venezuelano. Olha aí o printscreem:

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Postado por Manoel Santos
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Ter, 17 de Janeiro de 2012 20:27 |
Crise das economias ricas reduz ajuda humanitária aos países pobres Bloomberg
A crise da dívida na Europa tem derrubado governos, prejudicado os mercados e provocado medidas de austeridade que estão afetando milhões de pessoas. Agora, pode matar.
Na República Democrática do Congo, 28 mil portadores de HIV que deveriam começar o tratamento até 2014 poderão ficar sem ele por causa da diminuição da ajuda estrangeira que permite a compra dos medicamentos contra a aids, de acordo com os Médicos sem Fronteiras.
"Por causa da falta de medicamentos, as pessoas não estão fazendo testes", disse o analista de HIV da organização, Thierry Dethier. "Por isso, pessoas com aids estão morrendo".
"A situação financeira só vai piorar", disse o professor Lawrence Gostin, da Universidade Georgetown em Washington. Ele integra um comitê que está aconselhando a Organização Mundial de Saúde sobre uma reestruturação na entidade. "Há países doadores de recursos que estão em crise financeira, e portanto há uma maior concorrência pelos recursos."
A ajuda médica internacional tem aumentado menos de 4% ao ano desde 2009, depois de crescer em média 13% entre 2002 e 2008. No ano passado, atingiu US$ 27,7 bilhões, aponta relatório do Instituto para Indicadores e Avaliação da Saúde.
"Isso é mais ou menos a mesma quantidade que os americanos gastam numa Black Friday", disse a principal autora do relatório, Katherine Leach-Kemon. Ela referiu-se ao dia que sucede o de Ação de Graças nos EUA, quando milhões de pessoas vão às compras atraídas pelos descontos oferecidos pelas lojas.
No ano passado, a ajuda dos EUA para a saúde aumentou em 1,6%, para US$ 7,6 bilhões; na década anterior, o valor crescia em média 18% ao ano. A Espanha reduziu suas doações em 19% no ano passado, para US$ 246 milhões, enquanto a Holanda cortou em 15% suas contribuições, para US$ 211 milhões.
Esses cortes estão agora começando a pesar. O Fundo Global de Combate à Aids, Tuberculose e Malária, que gastou ou comprometeu-se a gastar US$ 22 bilhões desde 2002 na luta contra as três doenças infecciosas que mais matam no mundo, disse em novembro que não fará mais nenhuma garantia para os próximos dois anos, por causa do declínio das contribuições.
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