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O sonho deLLes para o Brasil, está se realizando na Argentina. PDF Imprimir E-mail
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Mundo
Postado por Manoel Santos   
Ter, 20 de Dezembro de 2011 15:42
A petralhada deve estar esfuziante de alegria pelo que está acontecendo na Argentina da pôrra louca Cristina.
A Petralhada daqui troca, em seus devaneios, o nome do El Calrin pelo da VEJA.
Estejam certo disso.
E, se nós não ficarmos de olho, é isso o que acabará acontecendo.

Militares argentinos invadem empresa do grupo Clarín
Incidente marca agravamento dos ataques do governo argentino ao grupo Clarín
Fiscais entram na sede do 'Clarín' em Buenos Aires para uma operacao surpresa contra a empresa

Clarin - Agentina

Reportagem publicada nesta terça-feira, 20, no site do jornal argentino El Clarín afirma que as Forças de Segurança Militares do país ocuparam a sede da Cablevisión, empresa de televisão a cabo que pertence ao grupo Clarín. A operação foi conduzida por policiais militares argentinos, a chamada Gendarmería.

Cerca de 50 militares, segundo a AFP, chegaram à sede da Cablevisión no bairro de Barracas, acompanhados de funcionários da Justiça argentina e de câmeras de TV do programa oficial do canal estatal. De acordo com a Reuters, a Cablevisión lidera o mercado local de TV por assinatura e internet.

A medida teria sido tomada, segundo o Clarín, devido a uma ordem emitida pela Justiça de Mendonza, localidade na qual o grupo de comunicação não possui operações. A operação durou três horas - entre 10h e 13h desta terça.

A ocupação, por cerca de 50 militares, da sede do canal de TV por assinatura Cablevisión, que pertence ao grupo Clarín, na manhã desta terça-feira, 20, foi uma "manobra política". A opinião é de Sérgio Danishewsky, editor-chefe do Clarín.com, a versão na internet do jornal.

Mas, segundo ele, a medida teria sido motivada por uma denúncia do segundo maior grupo de comunicação da Argentina, o Vila-Manzano.
"É uma companhia que, à medida que cresceu, se aproximou do governo e se distanciou cada vez mais do (grupo) Clarín. Antes não tínhamos uma relação ruim e agora há uma relação péssima", diz.

A Cablevisión não possui jurisdição na província de Mendonza, cidade sede do grupo Vila-Manzano. Ainda de acordo com Danishewsky, a ordem de ocupação foi dada por um juíz de Mendonza que já havia favorecido o grupo concorrente antes, quando suspendeu uma decisão do governo que obrigava os grupos de comunicação a só possuírem uma empresa em cada setor jornalístico. "Não está claro que documentação os militares buscavam. O que sim está claro é que a Cablevisión era um alvo do governo nacional. Por isso, qualquer outro grupo de comunicação que tome alguma ação contra a empresa receberá apoio", acredita.

Para Danishewsky, o evento desta terça deve ser incluído entre uma série de "ações concretas" que foram tomadas contra o grupo Clarín nos últimos anos, como o bloqueio dos Sindicatos dos Caminhoneiros à saída de edições do Clarín, a anulação da licença de operação da Fibertel, provedora de serviços de internet do grupo Clarín e a operação organizada pela FIP (Administração Federal de Ingressos Públicos), quando 300 inspetores estiveram na sede do jornal para solicitar documentação. "Essas medidas ou são impulsionadas ou são toleradas pelo governo argentino", assegura. 

Última atualização em Ter, 20 de Dezembro de 2011 16:22