Campanha

#AbortoNão

Translate To:

Logar na Comunidade



Pesquisa

Como você avalia o governo da Arrumadeira Geral da Nação?
 

Feed Gente Decente

 Assine nosso Feed

Facebook

TweetAuditor

Siga-nos no Tweeter

Com TweeterFedd

Nós no Tweeter

Quem está Online

Nós temos 658 visitantes e 1 membro online

Contador de Visitas

mod_vvisit_countermod_vvisit_countermod_vvisit_countermod_vvisit_countermod_vvisit_countermod_vvisit_countermod_vvisit_counter
mod_vvisit_counterHoje3927
mod_vvisit_counterOntem6141
mod_vvisit_counterEsta semana39412
mod_vvisit_counterÚltima semana40777
mod_vvisit_counterEste mês133030
mod_vvisit_counterÚltimo mês222295
mod_vvisit_counterTotal3017616

Últimos Comentários

O Pinguça é cúmplice. PDF Imprimir E-mail
Avaliação do Usuário: / 0
PiorMelhor 
Mundo
Postado por Manoel Santos   
Dom, 25 de Dezembro de 2011 22:36
O Metastásico Pinguça Geral da Nação, como eLLe mesmo disse, tem no porra-louca do Irã um irmão.
É, portanto, cúmplice deste assassinato. 

Irã estuda enforcar Sakineh como pena por adultério
Sentença previa inicialmente o apedrejamento
O GLOBO - COM AGÊNCIAS INTERNACIONAIS

MORTEZA NIKOUBAZL / REUTERS/ ARQUIVO

Sakineh_MohammadiTEERÃ - Autoridades de Teerã afirmaram neste domingo que seguem com o plano de executar a iraniana Sakineh Mohammadi Ashtiani, sentenciada à morte por apedrejamento após ter sido acusada de adultério e homicídio do marido. Desta vez, porém, a justiça do Irã estuda utilizar como pena o enforcamento.

Sakineh foi condenada em 2006, mas a execução da sentença foi suspensa no ano passado após fortes críticas da comunidade internacional. Ela já cumpre uma pena de 10 anos por homicídio em uma prisão no leste do Azerbaijão.

— Não há pressa. Estamos esperando para ver se podemos realizar a execução de uma pessoa condenada por apedrejamento ou enforcamento — disse Malek Ajdar Sharifi, chefe do Departamento de Justiça da província de Azerbaijão do Leste, onde Sakineh está presa, segundo a agência de notícias Insa. — Assim que o resultado da investigação sair, nós concretizaremos a sentença.

Para Sharifi, a acusação de uma mulher casada manter um relacionamento ilícito exige um castigo de apedrejamento. Ainda de acordo com o juiz, o chefe do Judiciário iraniano, aiatolá Sadeq Larijani, ordenou a suspensão do apedrejamento para permitir que peritos islâmicos investigassem se a punição poderia ser alterada.

Sakineh admitiu o "crime" após levar 99 chibatadas. Ela chegou a retirar a confissão, mas o ato não teve qualquer efeito na determinação de três dos cinco juízes que participaram de seu julgamento.

Segundo a lei islâmica em vigor no Irã desde a Revolução de 1979, o adultério pode ser punido com morte por apedrejamento. Já crimes como assassinato, estupro, assalto à mão armada e tráfico de drogas podem ter como sentença o enforcamento.

A União Europeia classificou a sentença de Sakineh como uma "barbárie". O Vaticano, por sua vez, pediu por sua clemência, e o então presidente Luiz Inácio da Silva ofereceu asilo político à iraniana.